" A transformação de vidas através da Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Humano."

5 de agosto de 2015

“Mas tá bom, vai melhorar! Vamos ver no que vai dar até o fim do ano.”

Vamos lembrar que até meados de 2014 especulava-se muito sobre a tal crise no Brasil. Mesmo com muito indicadores mostrando que o perigo era real e iminente, nós brasileiros não demos a devida atenção ou até demos alguma atenção, mas nos iludimos com as promessas de um Governo questionável, de que o Brasil estava blindado contra a crise. Assim, torcemos para que tudo desse certo, obviamente sem saber o que viria, mas torcemos!
Mas como num passe de mágica a crise veio, trazendo desempregos, escândalos, incertezas, investidores abandonando o país que outrora se mostrava como uma futura potência mundial e sem se esquecer da velha adormecida inflação que acorda com índices acima de 0,70% ao mês, que é recorde desde 2008. E agora?
No livro "Nunca Deixe de Tentar", escrito por Michael Jordan, podemos imprimir na memória duas frases para levarmos sempre conosco: “Os fundamentos são os pilares para que tudo o mais funcione. Pode ser que consiga levar as etapas iniciais, mas mais cedo ou mais tarde suas limitações irão aparecer.” Aí você se pergunta: E o que isso tem a ver com a crise?
Se analisarmos bem a fundo vemos que a boa gestão baseia-se em um fundamento importantíssimo que é: Planejar, Executar, Checar e Agir, o famoso PDCA, tão conhecido pelos administradores, mas tão pouco utilizado. Planejar o que fazer antecipadamente, executar o planejado de forma ordenada, checando sempre as atividades e desempenho bem como avaliando os resultados e daí começando tudo de novo em um ciclo que não termina. Seja em grandes empresas ou microempresas individuais, ou no próprio governo, este fundamento é uma ferramenta poderosa de gestão. Já deveríamos ter nos preparado e planejado os rumos a tomar, mas fomos amadores e deixamos acontecer e agora que aconteceu temos que reverter a situação e não ficar passivos ou conformados com ela.
Relaxamos com a ilusão de estarmos imunes à crise, o que foi um engano fatal, mas imaginar que temos que deixar as coisas acontecerem de forma passiva é outro engano pior ainda. A prova está aí! Adotemos este precioso fundamento seja nas organizações ou em nossas vidas e não somente em crises, pois planejar é antecipar as práticas e simular erros.
Com este hábito deixamos de lado a velha e errada filosofia de saber que está errado, mas torcer para dar certo.
Fonte de Pesquisa: Claudio Resende.

22 de julho de 2015

Como se comportar na entrevista de emprego

Você foi selecionado para a tão esperada entrevista! Revisou seu Currículo, imprimiu uma cópia para entregar ao entrevistador, está vestido(a) adequadamente, estudou sobre a empresa e revisou mentalmente as principais perguntas que precisa saber responder. Agora, só falta um detalhe: como se comportar na hora da entrevista. Devo cumprimentar o entrevistador formal ou informalmente? Posso gesticular? Saio falando tudo para mostrar preparo ou espero o entrevistador perguntar?
Vamos conferir algumas dicas?

1 – Pontualidade
É básico, mas não custa reforçar: programar-se para chegar no horário combinado para a entrevista é fundamental. Mas e se algo der errado? O que fazer se acontecer algum imprevisto e você não conseguir chegar na hora? Melhor desistir ou chegar atrasado mesmo sem falar nada?
Os entrevistadores sabem que contratempos podem acontecer, principalmente nos grandes centros. A dica é avisar com a maior antecedência possível que vai atrasar (vale para pequenos e grandes atrasos), demonstrando cuidado e respeito com o entrevistador. Essa atitude também vai ser avaliada.

2 - Esperando na sala
Seja na recepção ou na sala onde acontecerá a entrevista, não precisa parecer um robô: sente-se confortavelmente, mas sem exageros! O corpo fala e, nessa hora, você quer demonstrar interesse e energia.
Fique bem acomodado e confortável, sem parecer que está jogado no sofá da sua casa. E por mais que a ansiedade com a entrevista seja grande, fique sentado(a). Andar de um lado para o outro, bater o pé ou roer as unhas são atitudes que não vão ajudar em nada, além de demonstrarem pouco controle emocional.

3 - Chegou o entrevistador
Você está sentado na sala de entrevista e chega o entrevistador. Qual o jeito certo de cumprimentar? Vale um aceno com a cabeça? Um “oi” discreto, para manter a distância e não parecer animado demais?
A dica é bem objetiva: Sempre levante quando o entrevistador entra. Quando o candidato não se levanta, isso pode ser interpretado como falta de empatia ou de educação.
Levante-se e cumprimente o entrevistador com um aperto de mão firme (não precisa esmagar a mão, mas não vale aquele aperto de mão frouxo e desanimado). O entrevistador quer sentir uma energia positiva, um sinal de que o candidato está feliz por aquele momento. Portanto, na hora de cumprimentar o entrevistador, mostre um sorriso, uma fisionomia aberta e receptiva, olhe no olho e crie uma conexão com a pessoa que vai conduzir a entrevista.

4 - Estou nervoso(a). Posso dizer isso para o entrevistador?
Dependendo da posição, se o candidato estiver muito nervoso já pode estar fora do processo. Normalmente os entrevistadores tentam deixar o candidato à vontade pelo menos uma vez. Caso pergunte “Você está nervoso?” (e você estiver), pode dizer que está um pouco, mas não estenda o assunto nem ache que com isso tem uma desculpa para agir de qualquer jeito. A chave aqui está em procurar se recompor rapidamente e mostrar que tem controle emocional.

5 - Durante a conversa
Como agir durante a entrevista? Mostrar que está preparado e seguir seu próprio roteiro ou contar com o improviso e pensar no que deve ser respondido somente quando for perguntado? Nem uma coisa nem outra. O melhor é demonstrar que está aberto e preparado, mas deixar o entrevistador conduzir a conversa e ter flexibilidade para se adaptar. E o jogo de cintura vale também para o estilo da conversa.
Se as perguntas se tornarem mais agressivas e desafiadoras, mantenha a calma e responda objetivamente. Pode ser que o entrevistado esteja testando como você se comporta sob pressão. E se o entrevistador for para o outro extremo, chamando você pelo apelido, usando gírias e parecendo estar bem à vontade, a dica é adaptar-se sem virar “amigo íntimo”.  Você pode sorrir, mas continue a chamar o entrevistador pelo nome e evite palavrões, mesmo que o entrevistador os use.
Ao falar sobre sua experiência, “começar do macro para o micro”, demonstrando ter uma linha clara de raciocínio. Você pode, por exemplo, começar falando brevemente o que a empresa faz e em qual setor da economia atua. Em seguida, fale em qual departamento trabalhou, qual sua função e, então, qual foi o seu diferencial. Imagine que está respondendo a estas perguntas básicas: O quê? Como? Por quê? Qual o resultado?

6. Será que vai dar tempo de falar tudo?
Na dúvida, pergunte. Caso o entrevistador não fale quanto tempo vai durar a entrevista, é inteligente o entrevistado perguntar quanto tempo ele tem. Sabendo a regra do jogo, fica mais fácil adaptar o discurso ao tempo disponível.

7. Posso gesticular?
Durante nossa conversa com o especialista em recrutamento e seleção, as expressões “naturalidade” e “bom senso” surgiram várias vezes.Um dos segredos da comunicação como um todo, e que vale para uma entrevista, é a naturalidade. Você não pode tentar ser uma coisa que não é, senão já começa mal. O entrevistador vai perceber isso.
É positivo gesticular, demonstrar emoção na hora certa, mostrar que sente orgulho do que conquistou. O segredo é equilibrar naturalidade com bom senso, sem exagerar.

8. Pega bem fazer perguntas no final?
Fazer algumas perguntas sobre a vaga e o momento da empresa (caso o entrevistador não tenha comentado) mostram que o candidato está interessado. Perguntas como quais são os desafios daquela oportunidade, se é uma posição nova ou reposição de alguém que saiu e quais os próximos passos do processo podem pegar bem.
Já perguntas básicas sobre o que a empresa faz (espera-se que o candidato saiba), ou indagar sobre salário e benefícios antes mesmo de saber se foi selecionado não pegam nada bem.
E perguntar como foi seu desempenho na entrevista? Nesse caso, recomenda-se cautela. Perguntar “E aí, você acha que eu fui bem?” denota insegurança e vale, no máximo, para quem está disputando uma vaga de estágio.
Mas perguntas específicas sobre a seleção estão liberadas. Você pode, por exemplo, dizer ao entrevistador: “Não sei se você pode comentar, mas gostaria de um feedback seu com relação à  vaga, queria entender se o meu perfil se encaixa na posição”. É importante aceitar a resposta e agradecer, sem fazer justificativas ou insistir.

9. O que dizer na despedida
Ufa, acabou a entrevista!
Será? Lembre que a sua postura está sendo avaliada do começo ao fim e não custa nada ser educado(a). Recomenda-se despedir-se do entrevistador com o mesmo cuidado do início: cumprimente firme, olhe no olho e agradeça pela oportunidade.

10. Chiclete, celular e outras escorregadas
Desligue o celular,esqueça que ele existe. Se tiver um caso muito especial, avise o entrevistador logo no início. Diga, por exemplo: “Posso pedir um favor? Estou com um problema com meu filho, ele está no hospital, e talvez eu precise atender o celular. Tudo bem?”
Esqueceu de desligar e o celular tocou no meio da entrevista? Não precisa entrar em pânico. Não é por causa desse incidente que o candidato será eliminado. Desligue o aparelho imediatamente, peça desculpas e aja com naturalidade, como se não tivesse acontecido.
É melhor tirar os piercings e evitar mostrar as tatuagens na entrevista. Mascar chicletes nunca pega bem, nem para vagas em lugares mais informais.
Outra dica básica que não custa lembrar é cuidar da aparência.Não use muito perfume, esteja com os dentes escovados, de banho tomado e bem vestido(a).

E aí será que você sabe se comportar em uma entrevista de emprego? Faça um teste em http://exame.abril.com.br/carreira/quizzes/voce-sabe-se-comportar-em-uma-entrevista-de-emprego

Fonte de Pesquisa: Felipe Veronezzi

16 de julho de 2015

Cadê as oportunidades de emprego?

No acompanhamento diário que fazemos nos sites e redes sociais, que tratam sobre recolocação profissional e estratégias para melhor competir no mercado, não resta-nos outra coisa a dizer senão, que o cenário nacional passa por um momento turbulento e preocupante quanto ao aproveitamento de bons profissionais.
Em todo canto que andamos e em toda parte do país, não existe outro assunto a ser tratado, que não seja a crise que assola o país. Muitos creditam sua extensão às tantas especulações existentes, ou seja, estas que aparentam serem maiores do que de fato são, e que acabam se equiparando, fazendo com que o brasileiro venha a adotar uma postura extremamente cautelosa e defensiva, diante do medo de investir no crescimento.
Pensando assim, o empresário brasileiro começa a sentir seus reflexos, enxergando como única solução para lidar com as dificuldades, a redução de seu quadro de funcionários.
Assim acontece no comercio, na indústria e nos serviços, aliás, em todos os setores. Confirma-se a todo instante uma verdadeira avalanche de quebra de contratos de trabalho, decorrente de uma redução de lucros, aumento de impostos e estimativas não tão otimistas para um futuro incerto de um país, que parece mergulhar numa crise, que pode ter consequências ainda maiores.
Diante desse aumento de desempregados, lançados ao mercado, e com mais dificuldades de fazerem jus aos benefícios das leis que amparam o trabalhador brasileiro, logo, sem demora, serão profissionais apresentando à sociedade a face do sofrimento, da angústia e do desespero. Assim acontece com todos, em especial, com aqueles que jamais acreditavam que poderiam ser vítimas, ante a formação conquistada, e conhecimento e perfil elevados. O desemprego parece bem mais incompreensivo para com aqueles mais aparentemente preparados.
Abrimos classificados de emprego e meios em geral, e vemos vagas ofertadas. Não tantas como eram antes, mais aparecem. Exigências são feitas, contudo, parecem destinadas a uma determinada fatia da sociedade brasileira, com a prática salarial sem muitos atrativos e poucos ou mesmo reduzidos benefícios acompanhados. Mesmo nestas condições, atraem inúmeros candidatos, que, sem ter mais a quem recorrer, resta somente se sujeitar a reduzir seus padrões, a passar necessidades maiores do que já estão passando há algum tempo.
Na verdade, nem sempre possuir um currículo elevado, na concorrência por uma oportunidade sem tantas exigências, é sinal de vantagem. Muito pelo contrário, acontece muito de o candidato ser preterido, por possuir um currículo que assuste ao analista em relação a vaga pretendida. Dessa forma, acaba sendo preterido, e permanecendo um pouco mais de tempo disponível no mercado.
E o que resta a fazer diante de uma situação como esta? O que devemos fazer ou como nos postar perante a necessidade de honrar nossos compromissos e não ter de onde tirar, mesmo sabendo que temos um currículo atraente, interessante e muita competência profissional? Confesso que parece não existir respostas para indagações.
Olhamos para os todos os lados e não vemos saída. A luz do fim do túnel parece se apagar a cada dia que se passa e não recebe sequer um convite para participar de um processo seletivo. Torna uma situação vexatória, sobretudo, quando se trata de um pai de família, que sempre se dedicou a estudar, a capacitar-se, e a honrar as oportunidades dadas, mas que de uma hora para outra, o desemprego bateu à sua porta.
Infelizmente chegou. O desemprego bateu e entrou casa à dentro, no imenso desejo que não demore muito, até mesmo por tratar-se de uma visita desagradável.
Que vá logo embora; que surjam logo as oportunidades que tanto se apresentavam sem convite algum; e que não deixe tantas marcas na vida de quem a recebe a contragosto, pois muito não merecem um visitante como este.
Fonte de Pesquisa: Carlos Delano.

8 de julho de 2015

Ser humano ou ser profissional?

Às vezes defendo a indissociabilidade do ser humano na vida pessoal e profissional, embora existam limites para ambos. É difícil acreditar que alguém possa ser diferente utilizando-se do mesmo corpo e da mesma mente, repletos de vícios, hábitos e histórias.
É praticamente impossível separar os ambientes, assim como é no trabalho, é na vida pessoal. Ambos demandam por cobranças, responsabilidades, avaliações, objetivos, metas, problemas e conflitos de toda ordem, negociações o tempo todo.
Todos os dias, a despeito da infinidade de problemas que surgem com frequência em sua vida, o ser humano tende a vestir a máscara da hipocrisia ou aquilo que os psicólogos chamam de máscara social. Embora não seja tão feliz no trabalho quanto gostaria, é preciso fazer de conta que sim.
A mente humana não está preparada para ver apenas o lado bom das coisas nem para se render diante dos fatos que parecem óbvios, e para os quais se exige uma boa dose de humildade.
Por conta disso, a maioria sai de casa imaginando o que fazer para evitar encontros desagradáveis com o chefe ou para terminar aquele projeto que há mais de um mês foi solicitado ou ainda quando encontrar o colega com o qual não possui afinidade.
Se “somos aquilo que fazemos repetidamente”, a principal preocupação das pessoas é concentrar energia no sucesso e nos defeitos alheios, não importa o ambiente nem o quanto alguém trabalhou para chegar lá.
Por vezes, a capacidade de discernimento e a tendência ao pré-julgamento é o que prevalece e, na prática, as pessoas se tornam muito competitivas, o que as impede de reconhecer o esforço alheio.
O mundo espera muito de nós, portanto, é necessário manter-se fiel ao nosso elemento de vida, a verdade. Quando você se mantém fiel a si mesmo e a consciência está em sintonia com o seu coração, as decisões fluem com mais naturalidade e senso de justiça. Neste caso, não importa o campo de batalha.
Sabe-se que é difícil ser justo e manter a tranquilidade sob pressão, quando o emprego está em jogo, as contas estão vencidas e a família está desunida. Poucos foram educados para enfrentar as adversidades com equilíbrio e serenidade. É fácil dizer o que fazer, difícil é vestir a carapuça.
Não há como separar o lado humano do profissional. O que muda é a percepção do ambiente, a forma como abordamos determinados assuntos e o limite que tentamos impor a nós mesmos a fim de conservar o caráter e a reputação em ambientes distintos, mas complementares.
Os diferentes papeis que todos assumem na sociedade são representados por uma única pessoa. O equívoco da maioria está no fato de querer utilizar as mesmas competências para papeis distintos.
Depois de alguns anos (risos) de vida e muitas marteladas na cabeça, posso dizer que aprendi um bocado nesse mundo corporativo, motivo pelo qual divido com vocês algumas dicas que podem ajudá-lo a equilibrar os dois lados.
Leia e reflita. Leva tempo para descobrir o quanto somos ricos e de vez em quando é necessário resgatar de dentro da alma aquelas habilidades que nem sabemos que estavam lá adormecidas. É impossível ser feliz em tudo, mas é possível ver em tudo um pouquinho de felicidade.
  • Você conhece milhares de pessoas, mas conta nos dedos aqueles que pode chamar de amigos. Não existe esse negócio de amigos na vida pessoal e amigos no trabalho. Amigos são amigos e ponto final, no trabalho ou fora dele.
  •  O ser humano é indissociável, portanto, as emoções da relação pessoal e profissional estão intimamente ligadas; procure equilibrar os dois lados, ambos precisam de você.
  • Mais importante do que a pressão exercida no trabalho, acredite, existe vida fora dele. A família te espera em casa de braços abertos, desde que você adote na íntegra o conceito de família; para onde você corre quando perde o emprego?
  • Não seja prepotente nem deixe que a fama lhe suba à cabeça. Quanto maior o cargo, maior o tombo, mais difícil a recuperação. Poucos estão preparados para recomeçar a caminhada depois de perder o crachá, o plano de saúde, o vale-refeição e o sobrenome da empresa; no fim das contas, o que conta mesmo é o seu sobrenome de nascença.
  • Trate bem as pessoas, independentemente do nível hierárquico. Em cargos de liderança, se tiver que demitir alguém, seja direto, gentil e transparente, mas não tripudie, é um momento difícil para ambos, a menos que você seja desprovido de hormônios.
  • O mundo corporativo sobrevive sem você, portanto, não o carregue nas costas nem se deixe escravizar por uma quantia de dinheiro que nunca será suficiente para compensar o tempo e a saúde que você perde enquanto tenta provar para a família e o chefe o quanto você é capaz.
  • Relaxe e aproveite cada momento: pare de sofrer por coisas sobre as quais você não tem o menor controle, ou seja, pare de sofrer por antecedência; quem sofre antes do necessário sofre mais do que o necessário, já dizia Albert Ellis; entretanto, quando estiver a serviço de alguém, dê o melhor de si, seja leal, seja íntegro e aproveite cada momento para se aperfeiçoar.
Por fim, lembre-se: não se trata de fazer a família entender o quão importante o trabalho é para você, mas o quão importante você é para a família e para as empresas que confiam no seu trabalho.
Pense nisso, sofra menos, seja mais humano, mais ativo, constituinte e criador do mundo, seja bem mais feliz!

Fonte de Pesquisa: Jerônimo Mendes.

2 de julho de 2015

Como liderar em tempos de crise?

A responsabilidade de liderar pessoas, especialmente em tempos difíceis, tem seu preço. Os líderes estão se perguntando como motivar e garantir o bom desempenho da equipe se o futuro é incerto e se não há como garantir nem a própria permanência na empresa. A posição é difícil mesmo: você está entre a empresa, para a qual deve profissionalismo, e seus liderados, para os quais deve sinceridade a fim de estabelecer uma relação de confiança.
O estilo de liderança, o tempo em que está à frente da equipe e o porte da empresa ajudam a dosar o grau de dificuldade. Se você acabou de chegar e ainda não conquistou a confiança do pessoal, por exemplo, talvez não consiga transmitir a segurança necessária. E isso pode piorar se a empresa é grande e você não participa das decisões. Ao contrário, se tem uma relação madura com a equipe, terá mais facilidade em conduzi-la durante a travessia da crise. Sim, travessia. Confie, a crise vai passar.
E sendo uma situação passageira, o ideal é que você e a equipe consigam atravessá-la com a máxima tranquilidade possível. Mantendo o foco no trabalho.
Seja transparente e fale a verdade: não quebre a confiança que a equipe tem em você. A confiança é o pilar central da relação com seus subordinados e se a perder, dificilmente conseguirá reconquistar.
Comunique-se sempre: manter a equipe informada sobre a situação é a melhor maneira para evitar rumores e minimizar a tensão. A dica é fazer reuniões com mais frequência para não deixar as pessoas sem informações por muito tempo.
Respeite as diferenças: a equipe não é homogênea e cada pessoa sente a crise de maneira diferente. Identifique isso e tenha conversas individuais, tratando as angústias e os medos de forma particular. Você pode incentivá-los a sondar o mercado e até ajudá-los a dar novos rumos à carreira.
Não passamos credibilidade se não acreditamos naquilo que estamos falando, portanto, se você não concorda com as diretrizes da sua empresa, reavalie sua posição e a permanência.
A crise é passageira, portanto, mantenha o foco na carreira e na função que é conduzir e desenvolver pessoas. Fazendo isso, será fiel à empresa e à equipe.
Fonte de Pesquisa: Adriana Moser.

23 de junho de 2015

Vende-se tempo!

É tanta coisa para resolver que se existisse na vendinha um produto para fornecer mais algumas horas no dia seria sucesso na certa. O mundo dos negócios viveria com um time de “executivos-zumbis” entupidos de doses excessivas desse misterioso produto e se você não quisesse comprar, não se rendesse a ele, tudo bem, sua empresa certamente compraria para você.
Administrar 24 horas do dia para produzir tudo que gostaríamos nunca foi tão complicado – inclusive com o nosso dinheiro. E aí, aprender um outro idioma fica para depois, pensar em fazer aquela viagem desejada passa para o próximo ano, começar um curso ou mestrado que tinha tanta vontade é adiado mais uma vez. Afinal, falta tempo, certo?! Falta mesmo?
A verdade é que nos acomodamos em colocar a culpa no tempo, na falta de dinheiro momentânea, mas não buscamos a solução. Esperamos aquele sinal divino, aquela luz no fim do túnel que faça as coisas acontecerem por si só. E aí, o problema está armado. É por isso que, nunca foi tão importante pensar - e pensar mesmo - em uma palavrinha mágica: planejamento. É através dele que podemos dar os próximos passos para resolver obstáculos e fazer tudo que gostaríamos.
Da mesma forma que empresários e empreendedores têm suas metas de vendas e lucros para seus negócios, é necessário estabelecer objetivos pessoais claros e alcançáveis. Se não possuirmos uma vida pessoal organizada e estrategicamente pensada, dificilmente conseguiremos comandar nossa própria carreira de maneira funcional.
E o que muitas vezes se esquece é que nós mesmos somos os grandes responsáveis para as realizações de nossos sonhos e aspirações - e que, com dedicação, trabalho árduo e planejamento, é possível realizar boa parte deles. Para isso acontecer, claro, requer organização, foco, estabelecimento de metas específicas e mudança de postura.
A verdade é que ainda não dá para comprar tempo, mas podemos fazer com que ele seja bem melhor aproveitado.
Mas, enquanto isso, mais tarde se dorme mais cedo se acorda, em um ritmo frenético de vida e trabalho, onde o corpo por vezes demora a reclamar, mas quando reclama, grita! E os filhos acompanham nossa “onda”, gerando crianças e adolescentes cada vez mais estressados e precocemente doentes. Como se não os bastasse acompanhar o mundo conectado e “maluco” da geração Z.
Fonte de Pesquisa: Fábio Bandeira.

17 de junho de 2015

Por que pessoas devem compartilhar conhecimentos no trabalho?

Organizações precisam se reinventar. Fato. Como consequência da velocidade com que o mundo muda, as empresas devem oxigenar seus indivíduos e aprender novas competências diariamente. Isso permitirá o crescimento baseado na inovação e na mudança efetiva dentro do negócio.
Existe um tema que tem sido bastante discutido entre gestores e acadêmicos: aprendizagem organizacional. Vamos entender isso de forma bem prática. Existem níveis de aprendizagem, que parte de indivíduos, percorre por equipes até chegar ao nível estratégico e se tornar organizacional. Ou vice-versa (do organizacional para o grupal e individual). O que se deve ter claro é que empresas são compostas por pessoas (indivíduos), que trabalham e interagem com seus pares (equipes de trabalho) e executam projetos e fazem cursos (relacionam-se com outros grupos da organização). Esses indivíduos carregam consigo conhecimentos correspondentes às suas competências individuais, que podem ou não ser compartilhadas no ambiente de trabalho. Quando o compartilhamento acontece, seja de modo formal (cursos, workshops, etc.) ou informal (conversas e trocas de ideias, situações-problemas resolvidas com ajuda de colegas, etc.), o desempenho das equipes é impactado, pois passam a ter mais recursos para tornar processos e projetos mais eficientes e eficazes, além de lidarem melhor com mudanças estruturai em tempos difíceis.
Mas por que isso tudo é importante?
Dar espaço para que as pessoas possam expor suas competências e incentivar que outras pessoas prestem atenção nisso, é essencial para organizações que pretendem desenvolver seus indivíduos e tornar seus melhores conhecimentos um valor patrimonial. Sabe aquela história “nosso maior capital são as pessoas”? Pois é, trata-se daquelas pessoas que agregam valor à empresa e ajudam suas equipes de trabalho a evoluir. Isso é o puro know-how, onde as competências partem dos indivíduos e são enraizadas na própria organização.
Uma das formas de se colocar em prática a aprendizagem organizacional, é transformar e construir os ambientes de suas empresas num formato que obriga as pessoas a se cruzarem quando transitavam pelos corredores. Como consequência, essas pessoas acabavam conversando informalmente e gerando muitas trocas de informações, o que gerava uma capacidade excepcional dessas pessoas em ter ideias e executar projetos inovadores.

Para Pensar:

Quais incentivos os gestores aplicam na sua organização, para que haja compartilhamento de conhecimento e a construção de novas competências do grupo e da própria organização? E o que você pode fazer para colaborar?

Fonte de pesquisa: Maurício Fernandes.

27 de maio de 2015

Crise: Medo de perder emprego e excesso de trabalho podem causar doenças

O medo de ficar desempregado assombra ambientes de trabalho, sobretudo nesta época de crise econômica. Esse medo contínuo pode fazer com que o empregado tenha doenças e distúrbios emocionais.
Uma das coisas que as pessoas podem desenvolver, e que é mais frequente, é o Transtorno de Ansiedade Generalizada. Isso interfere nas tarefas, já que elas têm dificuldade de controlar os pensamentos e prejudica o funcionamento do trabalho.
É comum os trabalhadores ficarem com irritabilidade, insônia, estresse, gastrite e até mesmo com depressão.
A depressão é uma autopunição, as pessoas não conseguem colocar para fora a raiva, o medo e a insegurança e põe para dentro. Ela também aparece como falta de vontade de fazer qualquer coisa, até de levantar da cama para ir trabalhar.
As relações familiares também ficam estremecidas por causa desse problema, uma vez que o trabalhador acaba descontando nas pessoas mais próximas todo o nervoso que passa durante o dia.
As empresas realmente espalham esse clima de tensão, infelizmente. Os funcionários não conseguem descarregar esta tensão e ficam preocupados. Isso gera consequências em casa, o casamento vai dificultando, a relação com os filhos fica complicada. Isso é uma realidade do nosso tempo.
O ideal seria que os profissionais pudessem aliviar a ansiedade com uma atividade física.
Enquanto você está empregado, aproveite e faça o melhor possível. Você tem que mostrar que é bom, que está investindo, que o seu esforço está valendo a pena e que você faz falta naquele trabalho. Invista em você profissionalmente para que se um dia for mandado embora, tenha até mais capacidade e currículo para se recolocar.
Falar é fácil não é mesmo? Mas vamos lá, vejamos:
Estresse e crise: Saiba por que trabalhar em tempo contínuo é um erro.
Quem zela pelo corpo, pratica exercícios e reconhece a importância em manter agenda aberta a momentos de descontração tem vantagem competitiva.
Diante da crise, o corpo não identifica se o estresse é psicológico ou físico. Por isso, tentar resolver apenas mentalmente um problema não é solução. O estresse se mantém, quando poderia ter sido amenizado pelo efeito de uma sessão de ginástica ou de corrida, antes de uma reunião estressante Se você acredita que, nos momentos mais estressantes da carreira, deve focar ainda mais no trabalho e no raciocínio, preterindo os cuidados com a saúde, o corpo e o próprio bem-estar, errou. 
A estratégia de abandonar os cuidados com o corpo em períodos tensos, como o da atual crise econômica, implica menor velocidade e capacidade de solucionar problemas.
Cair em estado de trabalho contínuo, esquecendo que o corpo precisa de recuperação, é um erro. Executivos que praticam exercícios e não perdem o foco na saúde contam com vantagem competitiva importante em relação aos demais, que pode ser traduzida em menor ansiedade e estresse, além de capacidade de tomada de decisões mais rápida.
Toda pessoa deve praticar atividades que promovam relaxamento, como hobbies ou esporte. O ser humano possui controles puramente técnicos para liberar o estresse. É este o caso de determinados exercícios respiratórios. Inspirar e expirar por um período de tempo maior, por exemplo, alivia a tensão e eleva o rendimento do executivo no trabalho. O esporte funciona da mesma maneira.
Outra forma de minimizar os efeitos da pressão é melhorar a gestão do próprio tempo. Quebre em pedaços as tarefas difíceis. Use sua habilidade para resolver cada pedaço de uma vez. Assim, terminada a tarefa você terá sensação de finalização e ânimo para ir além.
Happy hour deveria ser prescrição médica
Para aqueles que precisam de ânimo adicional e que têm sofrido pressão a ponto de não conseguirem recarregar as baterias apenas no final de semana, um remédio bastante interessante: um bom happy hour na sexta-feira.  
O happy hour deveria ser prescrição médica nesta época de crise.
A dica é relaxar com os amigos no final do expediente. A equipe, os executivos e profissionais - todos - que passaram a semana inteira tensos, discutindo, criando e correndo atrás de soluções para os novos contextos do mercado com a crise merecem momentos de alegria. E a troca que ocorre durante um happy hour enriquece a todos.
Fonte de Pesquisa: Vya Estelar.