" A transformação de vidas através da Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Humano."

13 de maio de 2013

Falta de equilíbrio gera insatisfação no trabalho.


Recentemente, uma pesquisa elaborada pela consultoria Hay Group apontou que um em cada quatro funcionários no mundo diz não receber incentivo da empresa onde trabalha para equilibrar a vida pessoal e profissional. O estudo ainda diz que o cenário faz com que 27% dos profissionais pensem em deixar o emprego nos próximos dois anos. Esse resultado é preocupante, pois uma vida sem equilíbrio resulta em pessoas sem energia e vontade de viver intensamente os bons momentos que a vida pode oferecer.
Profissionais motivados são essenciais para a condução de qualquer departamento de uma empresa. Quando falta equilíbrio, nasce uma série de reclamações, causando problemas aos líderes e falhas na execução da empresa. O ideal é líderes e equipes trabalharem sempre em busca de criar um ambiente favorável, onde todos possam trabalhar juntos por um objetivo comum. Por isso, listei alguns fatores que fazem a equipe ter uma alta produtividade, sem deixar de lado a busca por uma vida com mais qualidade:
Os líderes fazem a diferença – Se puder comparar uma “equipe ruim” e uma “equipe fantástica” o líder é a primeira ponta. Líderes negligentes não fazem a coisa acontecer, líderes urgentes matam a produtividade da equipe. Líderes egocêntricos matam o propósito do time. Por outro lado, líderes que suportam, dão empowerment (delegação de autoridade), estabelecem modelos de comunicação, definem prioridades claras e dão o poder de decisão ao time fazem a coisa acontecer. O líder não precisa saber nem resolver tudo, ele precisa dar espaço para a equipe e com isso utilizar o potencial do grupo.
Foco nas pessoas e não no resultado – Nada contra gestão por objetivos ou similares, mas as equipes dão certo pelas pessoas que as compõem. Você pode ter os melhores processos, metas, sistemas mas são as pessoas que fazem a diferença. Quando a equipe tem pessoas valorizadas, vistas com seus problemas e competências, e que têm chances para o aumento de seu equilíbrio pessoal e relacionamentos importantes, o trabalho flui melhor.
A comunicação é aberta – Esse é um dos pontos mais difíceis e também mais interessantes das equipes de alta produtividade. Quando a comunicação é aberta, direta, honesta e objetiva, tudo funciona bem. Equipes onde a comunicação tem barreiras, onde tudo se resolve por e-mail ou com reuniões, onde falar com o líder exige um “protocolo”, a produtividade fica truncada.
Elas gerenciam o tempo – Quanto mais efetivas individualmente as pessoas são, mais a equipe aumenta sua performance. Se uma pessoa não consegue lidar com seus e-mails, não sabe planejar, não consegue priorizar, não consegue se organizar etc. Isso compromete a performance de todos. Gerenciar tempo é uma competência individual que no grupo traz resultados incríveis.
Elas erram – Equipes maduras e de alta produtividade erram e a cada erro alguém se prontifica a mapear, identificar as origens e a solucionar o erro. Todo mundo erra, processos podem estar errados, sistemas podem ter erros. O erro é muito bem-vindo nessas equipes, com a diferença de que eles servirão para ajudar a equipe a ajustar a rota, evitar que novas urgências apareçam e servirão como exemplo de melhores práticas. A negligência ou aceitação do erro é que faz o erro ser um “erro”.
Nenhuma equipe possui alta produtividade constantemente, existem flutuações e lacunas em alguns momentos. Isso é normal, o que faz a diferença no resultado é a maturidade do grupo, a capacidade de saber o que é importante, de se comunicar da forma adequada, de utilizar o tempo da forma correta e de lidar com seus problemas.
Essas características não nascem da noite para o dia, elas são construídas ao longo do tempo, com muita persistência, treinamento e ferramentas. Qualquer equipe pode se transformar em uma equipe de alta produtividade e com equilíbrio, basta que os líderes tenham interesse e que a empresa dê espaço nesse sentido.
Fonte de Pesquisa: CRA artigos.

10 de maio de 2013

Qual a finalidade de um currículo?


Pode parecer óbvio que todos saibam para que serve de verdade um currículo, mas não é!
Nem todo profissional sabe realmente qual a finalidade e importância de um currículo.Vamos deixar o Currículo de lado um pouquinho e pensar em Marketing:
Você compraria um produto com uma embalagem mal feita, suja, amassada e sem nenhum atrativo sobre o produto que essa embalagem contém? Uma das mais eficientes ferramentas de marketing é o desenvolvimento da embalagem do produto, pois será com uma embalagem atrativa é que o consumidor se interessará em “levar e comprar” o produto.
Voltando a pensar em Currículo:
Quando falamos de mercado de trabalho, quem é a embalagem? E quem é o produto?
Portanto, podemos concluir que o currículo é a principal ferramenta de marketing dos profissionais no mercado de trabalho, mas não é a única por que hoje temos outras ferramentas à disposição dos profissionais como redes profissionais e sociais, sites,etc. Sendo assim, o artigo de hoje falará sobre a importância e objetivos de um currículo na vida dos profissionais.
As finalidades de um currículo são:
- Gerar entrevistas
Seu currículo será o documento enviado às empresas através dos emails, atendendo a anúncios, através de sites de recolocação, através do site institucional, através de seus amigos e pela sua rede de networking. Portanto, entendemos que, sempre será o seu currículo que chegará à empresa e nunca você pessoalmente. Você somente terá a oportunidade de ir à empresa se o selecionador tiver o interesse de conhecê-lo melhor, por isso seu currículo deve ser atrativo e bem elaborado para que você tenha a chance de obter uma entrevista.
- Comunicar seu objetivo profissional
O currículo deve claramente apontar o objetivo profissional do profissional, isso é extremamente importante pois oferece ao selecionador subsídios para avaliar seu currículo e analisar sua trajetória profissional.
- Mostrar ao selecionador que você está apto a exercer a posição
Suas qualificações, realizações e trajetória profissionais devem estar expostas de maneira verdadeira, clara, objetiva e de forma que demonstrem ao selecionador que você possui experiência, competências, habilidades, pode oferecer contribuições para o crescimento da empresa e que portanto, está apto a exercer a posição disponibilizada pela empresa.
- Demonstrar cuidado, atenção e organização
Um profissional que apresenta essas características no seu currículo demonstra que poderá ter esse mesmo respeito e cuidado ao exercer suas responsabilidades na empresa.
- Servir de roteiro para a entrevista
Se o currículo for um documento bem elaborado e atrativo, ele será importante ao selecionador que terá em mão um roteiro exato para que seja elaborada a entrevista e sejam feitas as perguntas sobre sua trajetória e realizações profissionais, suas qualificações e formação acadêmica.
Compreenderam a importância e finalidade de uma boa embalagem?
As empresas de marketing fazem pesquisas, elaboram várias versões das embalagens até chegarem na versão final, mas se mantém vigilantes quanto à aceitação do consumidor para verificar se agradam seu público-alvo.
Com o currículo não deve ser diferente!
Não trate seu currículo como uma mera embalagem, trate-o como uma fotografia positiva e verdadeira da sua carreira profissional, ou seja, a melhor embalagem de todas!
Portanto, analise seu currículo e saiba se sua embalagem está sendo aceita de maneira positiva.
Fonte de Pesquisa: Simoni Aquino.

9 de maio de 2013

Por falta de Qualidade de Vida, funcionários planejam demissão.



Gerenciar o bem estar das pessoas dentro e fora da empresa virou uma questão urgente para as organizações de todo o mundo. Uma pesquisa global mostra que um em cada quatro funcionários (27%) não percebe que sua companhia se esforça para garantir um equilíbrio entre sua vida pessoal e profissional. Logo, pretende abandonar seu atual posto de trabalho nos próximos dois anos.
A preocupação com a qualidade de vida por parte dos colaboradores tem crescido em todo o mundo. Mesmo assim, 39% dos entrevistados afirmam que não conseguem conciliar o tempo dedicado ao trabalho e às questões pessoais, como família e lazer. No Brasil, onde foram entrevistadas 620 000 pessoas, esse é um dilema para 36%.
O problema pode ser explicado, em parte, pela sobrecarga de trabalho imposta a muitos funcionários, já que 52% relataram que não existem pessoas suficientes em sua área para realizar as tarefas necessárias. Entre os brasileiros, 51% fazem esse tipo de queixa.
A maioria das organizações no mundo continua a pedir para os seus colaboradores realizarem mais por menos. Opções como home office e horários flexíveis não serão suficientes para promover mais qualidade de vida para os colaboradores. Dado que o tempo de trabalho é finito e as demandas não são suscetíveis a redução em um curto espaço de tempo, devem ser pensadas alternativas de longo prazo que ajudem os funcionários a trabalharem de forma mais produtiva e a lidar melhor com situações de extremo estresse. E não só fora, mas especialmente no próprio ambiente de trabalho.
O mesmo estudo mostra que muitas empresas já avançaram nesse assunto e ampliaram sua capacidade de atração e retenção. Nas organizações que possuem políticas de bem estar e qualidade de vida, 58% das pessoas acreditam que são bem remuneradas pelo trabalho que desempenham. Nas demais empresas – que não se preocupam com essa questão – apenas 36% dos respondentes pensam dessa forma.
Quando questionados sobre a capacidade da companhia de atrair talentos, 71% dos colaboradores das empresas líderes em equilíbrio de vida deram as respostas "boa" ou "muito boa". Nas demais organizações, 45% dos funcionários responderam dessa forma.
Para sustentar o desempenho por mais tempo e não perder seus principais talentos, as organizações precisam desenvolver soluções que suportem um equilíbrio entre vida pessoal e profissional a longo prazo.
Fonte de Pesquisa: Elton Moraes.

8 de maio de 2013

Qualidade em Recursos Humanos, uma missão diversa, da atualidade.



Em meio a tantas mudanças corporativas, novas estratégias nas organizações, para envolvimento dos funcionários, sua motivação, uma administração de uma consultoria interna, quanto às novas alterações, favoráveis para a empresa.
Nessa visão quanto a modernização organizacional, o setor de recursos humanos teve que se adequar as essas mudanças, pois o RH é o olho da empresa, é a porta de entrada e de saída, visto então que as mudanças devem partir deste. Para muitas empresas, a mudança do RH para um modelo moderno é ainda uma fantasia, principalmente pela cultura reinante há anos com a centralização do poder. Assim a nova realidade, que consiste na transparência das ações e a participação dos funcionários, mais parece um ‘mostro de sete cabeças’, juntando a isso temos também o próprio setor de RH, temeroso de perder poder pela gestão participativa.
Portanto, temos certeza, que a implantação de um novo modelo de Gestão de RH, com a responsabilidade sendo delegado a um Grupo Gestor Interno, será a melhor contribuição que os atuais gestores poderão dar às organizações.
São desafios e decisões que se aplicados corretamente, os resultados logo aparecerão como; maior motivação, participação, melhor planejamento das atividades, maior envolvimento e comprometimento dos funcionários, diminuição de conflitos, aumento do espírito de equipe, diminuição de erros, falhas e desperdícios, redução dos custos operacionais, maior valorização da área de RH, impactando assim na melhoria da qualidade e produtividade tanto dos produtos ou serviços, e por fim contribuindo para a melhoria da competitividade das empresas.
Conclui- se que a qualidade da empresa, está em reflexo da qualidade do RH dentro da organização, mesmo porque o RH quem irá acompanhar todos os setores, e realizar propostas de melhorias, caso precise.
Fonte de Pesquisa: Suéllen M. França.

7 de maio de 2013

Como manter sua equipe focada no Plano do Projeto.



É como fazer ginástica, necessita disciplina e forte rigor de gestão !

1. Relembre a todos sobre a visão geral do projeto – Todos os dias, certifique-se de lembrar a todos que cada oportunidade deve ser vista sempre levando em consideração o big picture (quadro geral) do projeto. É compreensível que os membros da equipe irá se encontrar nas tarefas pelas quais eles são responsáveis, cabe a você certificar-se de que eles devem manter a visão do projeto coesa. Deixe-os conhecer os benefícios que virão com conclusão deste projeto (talvez um bônus, mais tempo livre, reconhecimento, etc) e, como você está determinado a garantir que a equipe chega lá, inspire-os e mostre a equipe a visão de futuro.
2. Reafirme seu compromisso pessoal – Algumas vezes durante o ciclo de vida de um projeto as coisas ficam difíceis. Você pode estar enfrentando um problema técnico ou a empresa está em tempos difíceis  É durante este período que as pessoas começam a perder o foco. Afinal, você não pode ver muito bem no escuro. É hora de deixar sua equipe saber que seu compromisso pessoal vai até o fim do projeto ! Não importa o quão tristes as circunstâncias atuais possam parecer. Sua equipe está olhando para você como prenúncio do que está por vir. Se você só pensar que os tempos estão ruins ao virar a esquina e que nada que você ou sua equipe fizer vai mudar isso então voce esta perdido, tenha coragem e atitude.
Por outro lado, se você dar uma olhada no cronograma de planejamento do projeto e se convencer de que pode colocar as coisas no lugar, então eles vão seguir seu caminho !
3. Recupere o compromisso da equipe com o projeto – É importante que a equipe seja tão comprometida como você é. Não há nada de errado em você ter uma conversa branda e expressar suas preocupações, chateações e frustrações  Todos nós passamos por isso e temos que enfrentar. A maioria das pessoas querem que o projeto tenha sucesso. Não desista ! Se você ouvir atentamente os membros da equipe, você poderá colher um grande insight sobre o que pode ser feito para transformar o projeto e manter o compromisso da equipe. E ai meu amigo, o compromisso passa a ser do grupo novamente e o projeto ganha o dia !
4. Pontos de Controle – Outra forma de se certificar de que o cronograma de planejamento do projeto continua no foco da equipe e viável é fazer o que chamo de momentos de "verificação da realidade". Pode ser todo dia, toda semana ou todo mês (fica a seu critério mas faça-o) , este é o check-in com a equipe onde você gerente irá garantir que as coisas estão no caminho. Use o calendário de planejamento de projeto como base para essas conversas, ele te diz onde devemos estar e compara para onde as atividades realmente irão. Você tem que ser objetivo e colocar as pessoas onde deveriam estar nas suas atividades com o objetivo de descobrir potenciais áreas onde o foco pode estar escorregando e ter certeza que não fique muito fora de controle. Esta atitude sua vai educar a equipe de projeto a manter o foco e saber que você sempre estará por perto para ajudar.
5. Esteja Disponível – Não há nada mais desanimador quando um membro da equipe precisa de sua ajuda para resolver um problema e você não tem tempo para eles...As razões podem ser legítimas, mas é importante você deixar de lado o que você esta fazendo, e passar algum tempo com este membro da equipe e ajuda-lo. Caso contrário, você verá que eles irão deixar a questão ferver e perderão o foco.

Se você acha que o seu projeto já dura há algum tempo e agora a equipe está começando a perder o foco ... não se preocupe, isso acontece com o melhor de nós, entenda os motivos e aplique as sugestões acima, o foco retornará em pouco tempo.


3 de maio de 2013

10 hábitos para manter sua autoestima elevada.



As pessoas que possuem autoestima alta conseguem exercer melhor a liderança e ser mais bem sucedidas na vida.

1. Pensar Positivamente
Pessoas com autoestima elevada pensam positivamente. Autoestima é, essencialmente, a habilidade de pensar positivamente sobre si mesmo. O hábito do pensamento positivo, em geral, contribui para ter uma atitude e autoimagem positiva.
2. Faça atividades que elevem sua autoestima
Pessoas com autoestima elevada procuram regularmente envolver-se em atividades. Essas atividades são exercícios como: ler livros de desenvolvimento pessoal, ou simplesmente atividades que a pessoa sente-se feliz ao fazer.
3. Seja motivado. Sorria
Pessoas com autoestima elevada sempre estão com um sorriso. Elas adquirem o hábito de ser feliz. Sentir-se feliz faz-nos olhar para nossa vida de uma forma positiva e otimista e ajuda-nos a ter esperança no futuro e fazer planos.
4. Tenha senso de humor
Pessoas com autoestima elevada normalmente não levam a vida muita a sério. Quando cometem um erro ou fazem algo realmente embaraçoso não ficam se remoendo por isto, levantam a cabeça e começam tudo de novo e às vezes até conseguem rir do fato acontecido. Pessoas com autoestima elevada, geralmente, têm um grande senso de humor e não têm medo de fazer piadas de alguns erros ou enganos cometidos em público.
5. Desafie a si mesmo.
Pessoas com autoestima elevada atrevem a desafiar-se. Elas não têm medo de tentar coisas novas e falhar. O medo do fracasso não as impedem de arriscar a realizar seus sonhos .
6.Tenha desejo de desenvolver-se sempre
Pessoas com autoestima elevada têm um desejo ardente de crescer continuamente. Elas sempre querem mais e buscam o desenvolvimento em suas vidas. Elas são curiosas e têm sede de aprender e buscar tudo que a vida tiver de melhor para lhes dar.
7. Tenha interesse por você.
Pessoas com autoestima elevada estão interessadas ​​em si mesmas. Elas são muitas vezes o tipo de pessoa que mantêm um diário onde se avalia o seu projeto, comportamentos e desenvolvimento. Elas gostam de ser estimuladas por perguntas e de explorar a si mesmas usando os livros de desenvolvimento e conhecimentos, cursos e suas ações pessoais.
8. Ajude as outras pessoas aprenderem se amar.
Pessoas com autoestima elevada conseguem amar os outros. Como elas têm uma forte base de confiança em si não sentem a necessidade de caminhar sobre as pessoas, ignorá-las, tentando fazê-las sentir menos valorizada ou menos competente. Pessoas com autoestima elevada podem se atrever a dar de si aos outros. Elas escutam os outros, respeitam as outras pessoas como elas são, normalmente, são empáticas e preocupam-se com o bem-estar de outras pessoas. Pessoas com baixa autoestima, por outro lado, não podem se dar ao luxo de fazer isso porque está sempre comprometida em “defender-se”.
9. Busque ter qualidade de vida e bem estar.
Pessoas com autoestima elevada têm um estilo de vida saudável. Elas sabem que são pessoas valiosas, cuidam do próprio corpo, comem e bebem de uma forma saudável, praticam exercícios físicos, procuram ter um bom descanso…
10. Acredite em seus projetos e metas.
Pessoas com alta autoestima esperam sempre que aconteça o melhor. E, por isto, geralmente elas atraem prosperidade, sucesso e fatos positivos.Elas têm projeto de vida e acredita na sua capacidade de realização.

A coisa boa sobre todos esses hábitos é que todos os hábitos podem ser reaprendidos, ou seja, mesmo que você não os pratique neste momento você pode começar a praticá-los a partir do momento em que quiser realizar mudanças em seus hábitos. Hábitos são resultados de ações que você tem feito repetidamente, assim espero que você pratique esses 10 hábitos que – listados a acima, de forma natural para que a prática deles possa tornar-se tão simples como tomar água todos os dias e ainda contribuir para que você possa amar a si mesmo, amar o próximo e ter autoestima elevada.
Fonte de Pesquisa: Antonia Braz

2 de maio de 2013

Seja Líder de si mesmo!


Muitos profissionais disponíveis ou não, não estão abertos à quebrar paradigmas e estabelecer novos conceitos e ideias.
Há momentos em que é absolutamente necessário, que nós seres humanos realizemos rupturas, seja na maneira de pensar, seja na maneira de agir, caso contrário, corremos o risco de perder excelentes oportunidades. Especialmente quando falamos dos profissionais disponíveis no mercado de trabalho, a batalha na busca por recolocação é intensa e este mercado é imenso.
Sabemos quantas experiências, vitórias e derrotas não precisamos vencer para chegar onde queremos e enfrentar o mercado de trabalho exige muita dedicação, força de vontade, persistência e positivismo.
O desafio é grande!
Mas apenas criticar o mercado de trabalho, os profissionais de RH, as organizações, as empresas e consultorias de recrutamento não leva ninguém a lugar algum. O necessário é enfrentar as situações de cabeça erguida, deixando de lado as adversidades e olhando as situações apresentadas como forma de aprendizado e amadurecimento.
Críticas devem ser realizadas e são saudáveis, mas gastar um tempo que poderia ser produtivo para outras coisas é leviano e prejudica sua energia vital e positiva, além de prejudicar a sua própria imagem enquanto profissional no mercado de trabalho, pois a crítica vazia e constante não resolve nenhuma situação. O que resolve é levantar da cadeira ou do sofá e ir à luta em busca de crescimento e desenvolvimento!
Já enfrentamos e continuaremos enfrentando desafios em várias situações em nossas vidas: na convivência em família, na escola ou faculdade, no vestibular, no trabalho, para conquistar o primeiro emprego, na abertura de uma empresa, no amor a alguém especial, em situações de enfermidade, num casamento... Também no sofrimento de uma desilusão, nas decepções e nos momentos em que acreditamos não haver mais esperança...
Aí a nossa força interna, amor próprio, determinação e a vontade de vencer se tornam mais importantes do que nunca. O que chamo de liderança de nós mesmos!
Devemos ser líderes de nossa própria vida e de nossa própria mente para que nos tornemos vencedores. O verdadeiro vencedor não é aquele que ganha uma vez só e se acomoda em suas próprias crenças e opiniões; e sim aquele que tem a capacidade de repensar opiniões, rever conceitos e analisar situações que mudam de maneira veloz e ágil, especialmente no mercado de trabalho atual.
Vencedor é aquele que busca informações e conhecimentos. Aquele que pensa, analisa, reflete e cresce com flexibilidade para quebrar os paradigmas, não repetir antigos erros e conquistar novas oportunidades.
Um verdadeiro campeão é aquele que trabalha com retidão, desenvolve sua família com seu exemplo, supre suas necessidades com honestidade, que atua com ética pois faz o que diz e não aquele que fala, mas não faz.
Seja líder de si mesmo!
Faça críticas desde que construtivas, mas desenvolva a capacidade de criticar com cordialidade, mas muito mais importante do que saber fazer críticas é saber recebê-las com atenção e ter a capacidade de refletir posicionamentos e desenvolver jogo de cintura para mudar de comportamento quando as situações obrigam!
ESSE É O SEGREDO DO VENCEDOR!
E VOCÊ... É SEU PRÓPRIO LÍDER?
Fonte de Pesquisa: Simoni Aquino.