" A transformação de vidas através da Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Humano."

30 de setembro de 2013

VOCÊ SOFRE DA SÍNDROME DA SEGUNDA-FEIRA?

Conforme anoitece o domingo, parece que a energia que esbanjamos durante todo o final de semana também vai minguando. O início de um dos programas dominicais mais tradicionais também parece ser o fim. O descanso acabou! Agora você só pensa em ter de acordar logo cedo e ir trabalhar. 
Para muita gente, é isto que o começo de uma nova semana significa: tortura.
Talvez seja só uma fase ruim ou um final de semana mais gostoso que deixa saudade, mas se isso acontece a cada semana, é possível que você esteja sofrendo com a Síndrome da Segunda-Feira.
Ainda que esta síndrome possa não existir formalmente, ela descreve bem os sintomas que alguns profissionais apresentam antes de iniciar uma nova jornada de trabalho. Eles apresentam sintomas como falta de ânimo, indisposição, cansaço… Logo na segunda-feira, quando, em tese, deveríamos estar com a energia recarregada depois do final de semana.
O quadro não é afetado exclusivamente pela falta de motivação. Pode acontecer de o profissional ser realmente apaixonado pelo que faz e estar encontrando um período difícil, com muitas pressões e cobranças, por exemplo. Os sintomas podem indicar desde estresse até insatisfação profissional, situações agravadas pelo regresso ao trabalho nas segundas-feiras.
Muitas vezes temos dificuldades para conseguir identificar os primeiros sintomas, geralmente psicológicos, como o sentimento de descontentamento. Nem todas pessoas conseguem fazer esta auto-análise. A maioria de nós consegue entender quando os sintomas físicos começam a aparecer, mas o começo do problema é emocional.
Esse perfil é bem diferente de um quadro depressivo, pois a pessoa com depressão sente os sintomas todos os dias. Quem sofre com a Síndrome da Segunda-Feira sente este desânimo no começo da semana e fica inclusive satisfeito e animado em outros dias, como às sextas-feiras, em virtude da proximidade do final de semana.
Todos nós vamos ter altos e baixos na vida profissional, isso é inerente às profissões. Por isso, temos de ter o bom senso de entender que é preciso escolher uma profissão que nos agrade. Outra dica importante é ficar atento às suas reações. Os períodos difíceis que os profissionais enfrentam têm de ter começo, meio e fim. Se, com o passar do tempo, os sintomas não desaparecem e o desânimo for sempre presente, é hora de fazer uma reavaliação da carreira ou da organização onde está inserido.
Fonte de Pesquisa: Naísa Modesto.

28 de setembro de 2013

Parabéns!

Gostaria de parabenizar aos meus alunos (agora técnicos em administração) por mais essa etapa vencida. Foi uma grande honra ser o paraninfo de vocês. A noite de ontem ficou marcada para sempre tanto para vocês, quanto para mim. Forte Abraço. Sucesso...E lembre-se, façam a sua realidade!

Atendendo a pedidos dos alunos da Pós Graduação - IBE/Macaé.

MARKETING PESSOAL

27 de setembro de 2013

COMO AS EMOÇÕES PODEM INFLUENCIAR A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO.

Muito se fala sobre qualidade de vida no trabalho, ações são promovidas, programas realizados na tentativa de aumentar o bem estar das pessoas e não há nada de errado nisso, desde que estas atitudes sejam consideradas pelo viés adequado para que assim a proposta de qualidade e bem estar seja atingida de forma plena, considerando aspectos tanto comportamentais quanto psicológicos do trabalhador, garantindo benefícios para as pessoas envolvidas e também para a organização.
Quando falamos de qualidade de vida, devemos pensar em variáveis externas que se referem a programas e atividades oferecidas pelas empresas e também, variáveis internas relacionadas a aspectos pessoais do trabalhador, buscando desenvolver um plano de ação que atinja ambas as áreas.
Um fator que nem sempre é considerado é o desenvolvimento da inteligência emocional das pessoas que trabalham na empresa, e esta pode ser a chave para o sucesso da implantação do programa e bem estar dos funcionários.
De nada adianta oferecer benefícios comportamentais se a pessoa que receberá isto, não souber lidar com suas emoções.
Desta forma qualquer programa que promova atitudes que valorizem os colaboradores, pode ser visto como algo sem importância, pois o foco da pessoa, talvez esteja em resolver questões internas que interferem em suas percepções acerca de bem estar profissional.
A inteligência emocional, se considerada pelas empresas, causam reflexão e acima de tudo atitude para que a pessoa saiba qual a melhor forma de lidar com a questão, pois quando o colaborador aprende a lidar com as emoções suas e dos demais com inteligência, está orientado para a reflexão e posteriormente a tomar atitudes que impactem no seu ambiente de trabalho.
Abordar este tema dentro das empresas fomenta a possibilidade de bem estar psicológico das pessoas, contribuindo assim para a mudança de viés acerca de perspectivas emocionais e também mudança de comportamentos, contribuindo para que se tomem atitudes mais assertivas e ponderadas mudando também a forma de perceber as coisas ao seu redor inclusive a percepção de bem estar organizacional.
Considerar a inteligência emocional nas organizações é um meio profícuo de fazer com que a qualidade de vida seja percebida de maneira plena, atingindo assim os objetivos organizacionais.
Pessoas com um bom nível de inteligência emocional promovem mudanças positivas e garantem que atitudes apropriadas se desenvolvam nas organizações, contribuindo assim para que os programas de qualidade de vida e bem estar pessoal, possam atingir seus objetivos, garantindo então, resultados satisfatórios também para as organizações.
Fonte de Pesquisa: Gisele Meter.

26 de setembro de 2013

O PROFESSOR VIROU “REFÉM” DOS ALUNOS?

Professores do ensino público e privado são reféns da violência que toma conta da sala de aula. Os professores são reféns dos atos de desumanidade dos alunos, agressões verbais e se tem cada vez mais notícias de  agressões físicas em alguma unidade escolar. Ser professor tem se tornando um misto de profissão de risco e insistência masoquista. Quase um ato suicida. Do pior tipo. Do tipo que, aos poucos, lentamente, envenena o corpo e mata a alma. O corpo físico do docente vai morrendo aos pouco, não é bom nem falar das mazelas que são acometidos a maioria dos professores. Poderia falar das muitas estatísticas que apontam o alarmante número de professores doentes no Brasil. Mas por acaso alguém se alarma com isso? Quando ouve ou ler sobre casos de educadores com sérios problemas de saúde de ordem neuro/físico/emocional/psicológicas, em decorrência das péssimas condições de nosso trabalho, da violência sofrida por alunos, gestores e pelos pais dos alunos muitas vezes.
O salário indigno e o desrespeito de todos já é uma grande violência, mas somam-se tantas formas de violência, fazendo o educador carregar um fardo muito pesado.
A sala de aula se tornou um campo minado para o professor de um lado está os alunos que em sua grande maioria vêem o professor como indivíduo que não merece seu respeito e fazem de tudo para afrontá-lo buscando se impor pela tirania. Aos professores que aceitam esta conjuntura dialética e humilhante, dá-se o antigo preceito da suserania/vassalagem; aos que não aceitam, resta o embate, sempre desgastante, quando não perigoso. Por falar em embate, a escola tornou-se, com raras exceções, um local de batalhas, onde o professor está acuado sobre campo minado e desarmado, do outro lado, entrincheirados estão os alunos e na retaguarda na defesa destes alunos estão gestores e corpo técnico. Literalmente falando. Ensinar nunca foi tão perigoso. Somamos a tudo dito acima, o ensinar a quem simplesmente, não quer aprender e algo tão louco quanto lutar contra moinhos de ventos. E muitos não o querem não por desvio de caráter ou por indolência íntima, mas porque foram ensinados que não precisam estudar para vencer na vida. Ao professor, esse que abraçou a educação lhes atribuiu vários clichês como “sacerdote”, “missionário”, “profissional que veste a camisa”e “tiozinho”. Além das múltiplas funções que querem atribuir ao professor, tais como: pai, mãe, irmão, psicólogo, guia espiritual e médico. Chegamos ao absurdo de começar a admitir o conceito da “agressividade aceitavelmente permitida”, já que todos que estão a frente da escolar, não se cansam de nos lembrar que temos muito a perder, o aluno não, a este tudo é permitido. Os palavrões, os desacatos, os desrespeitos em sala de aula, nos corredores, nos pátios, nas áreas livres; as ameaças, veladas ou não, dirigidas aos professores que eles consideram chatos, tornam-se a cada dia fatos comum, “naturais e perfeitamente aceitáveis” a desumanidade dos alunos sobre professores, portanto, deve ser por todos aceito. Tem se tornado o professor um refém do medo dentro de seu local de trabalho. Todos os dias com medo entramos em nossas escolas, com medo nos sentimos, ao sair delas, um vergonhoso e inaceitável sentimento de alívio nos toma conta do espírito.
....Particularmente, não aceito de forma alguma “piti” de aluno em sala de aula. As “patricinhas” e os  “mauricinhos” comigo não tem vez. Como professor, sou amigo, psicólogo, médico, conselheiro, etc. Se estão na MINHA sala de aula, devem me respeitar e ponto final. Querem comprar diploma? Assim façam se desejarem, mas na MINHA sala de aula e principalmente nas aplicações das avaliações, se querem colar, ótimo mas arquem com as consequências. Afinal faço parte de um processo de formação acadêmica onde profissionais éticos irão brevemente para o mercado de trabalho e não de um processo onde ao final dos estudos irão tirar fotos bonitas, postar no face e continuarão com a mentalidade de “eu tudo posso”....Se não aprender com os docentes, a vida ensina da forma mais dolorosa....nem que seja como o envelhecimento fisiológico e natural....e nesse ponto verão o que eu já sei hoje....”eu sou um nada!!”
Fonte de Pesquisa: Latus Cultus.


24 de setembro de 2013

APRENDA A LIDAR COM AS FRUSTRAÇÕES.

Por mais paradoxal que pareça, um dos requisitos fundamentais para alcançar o sucesso, é justamente aprender a lidar com a falta de sucesso. Demorei um certo tempo para compreender que as frustrações são quase imprescindíveis para que você alcance o sucesso que deseja. Isso não quer dizer que você tenha que se frustrar para alcançar o sucesso, mas o fato é que não conheço alguém de muito sucesso que não tenha passado por pelo menos algum tipo de frustração. Muitas vezes o que pode estar impedindo você de conseguir o que quer é justamente esse ponto, muitas pessoas deixam de arriscar por imaginar que não vão conseguir, ou que algo não vai dar certo.
Lembro-me de uma época em que eu sempre estava tentando fugir da dor que a frustração gera. Certa vez fui à estreia de um filme e quando cheguei ao cinema, notei que a fila era enorme. Automaticamente já calculei que não conseguiria assistir àquela sessão e já comecei a olhar as placas de outros filmes, caso eu chegasse na boca do caixa e não houvesse mais ingressos. Comecei a imaginar coisas como; O filme não deve ser tão bom, ou depois eu pego em vídeo, mas percebi que era minha mente tentando me poupar da frustração que eu teria caso acontecesse aquilo que eu mais temia: que acabassem os ingressos na minha vez. A fila andou e no final, consegui comprar o ingresso e assistir ao filme sem problemas.
Se por algum momento você se identificou com essa história, fique atento (a) quanto às armadilhas que nós mesmos nos colocamos para evitar algum tipo de sofrimento. Muitas vezes deixamos de arriscar fazer algo que realmente queríamos para evitar a dor da frustração.
As pessoas ficam desmotivadas, porque não compreendem que o sucesso é um processo com várias etapas, e você dificilmente não ira se frustrar em algum momento.  Por isso você não precisa levantar um muro para se proteger das frustrações. O filosofo de negócios Jim Rohn diz: O mesmo muro que te separa das frustrações, te separa das realizações.
O medo da frustração impede que você aja, que você realize seus sonhos. Por isso aprenda a lidar com as frustrações, pois elas são parte do processo do sucesso e da sua realização pessoal.
Fonte de Pesquisa: Fernando Oliveira.

A (NÃO) DIFÍCIL ARTE DE DEMITIR.

As organizações não possuem mais o privilégio do tempo para gerenciar neste novo mundo e, além disso, ainda há as inevitáveis mudanças que apontam para uma nova era. Esta era é referida como VUCA, que significa: volatilidade (Volatility), incerteza (Uncertainty), complexidade (Complexity) e ambiguidade (Ambiguity), levando a liderança a uma pressão para ação imediata onde a dimensão humana pode ser facilmente esquecida.
Neste contexto, o líder necessita aprender a fazer um bom gerenciamento da mudança, incluindo o desligamento de seus colaboradores, que é muitas vezes  inevitável para atender às demandas de mercado e para manter os níveis de competitividade e rentabilidade.
Estes movimentos fazem com que as empresas sofram oscilações decorrentes das reestruturações, fusões e aquisições e que podem levar à necessidade de redução. Sem contar com a mudança de perfil exigido e que acaba gerando inadequação do profissional à posição, resultando em saídas de profissionais das empresas. Mas, apesar do contexto, reconhecemos que ainda é possível para o líder conduzir esta conversa difícil de maneira transparente e respeitosa.
O desligamento pode ser uma experiência traumática e, em alguns casos, devastadora tanto para quem está sendo desligado quanto para quem permanece na empresa.
Para o desligado, a maneira como é preparada e realizada a comunicação considerando o antes, durante e o depois, poderá determinar a forma como este indivíduo retornará ao mercado. Em alguns casos, a notícia em si e a maneira como ela é transmitida é tão impactante que deixa o indivíduo com o senso de inutilidade, atingindo diretamente a sua autoestima. Uma conversa franca e com motivos claros, não impede o choque e a tristeza, mas preserva a integridade do indivíduo.
A equipe que permanece também sente o efeito provocado pelo desligamento, mas nem sempre é considerada no processo de gestão da mudança. É comum, neste momento, alguns colaboradores, com o receio de viver a mesma experiência e a partir de uma percepção negativa do desligamento,  se arriscarem no mercado em busca de novos empregadores. Não é raro, a perda de talentos para o mercado em situações como esta.  Sem falar na imagem da empresa, que pode ser arranhada como consequência de desligamentos mal conduzidos.
Vivemos hoje em rede e não é incomum o colaborador compartilhar a percepção sobre da organização para seus relacionamentos que, em rede, se potencializam. Vide o  “Glassdoor” – site de reputação de empresas -  que não nos deixa mentir. Hoje, é possível, de forma anônima, registrar suas experiências com seu atual e antigos empregadores. Somado a isto, observamos cada vez mais que um processo estruturado, criterioso e respeitoso de desligamento vem também diminuindo o risco trabalhista das empresas.
Mas, então, o que está faltando? Competência? Uma lista interminável do que fazer ou não fazer? Manuais do passo a passo sobre as melhores práticas de demissão?
Sem dúvida, esse é um alicerce necessário mas,  infelizmente,  não dão conta do resultado tão desejado pelas organizações que querem manter sua reputação e uma boa gestão da marca como bom empregador no mercado.
Concluindo, um processo de reestruturação não pode ser analisado somente em números e no curto prazo, mas deve, também, considerar os resultados qualitativos e no médio e longo prazos.  Atualmente, o que toda empresa deseja é que seu negócio seja sustentável.
Conduzir um processo de desligamento não pode ser um tabu. É estratégico priorizar este tema na agenda dos líderes.
Fonte de Pesquisa: Cristina Fortes e Patricia Paniquar.

23 de setembro de 2013

A GESTÃO DE RH NA TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS.

A terceirização de serviços é um fato cada vez mais presente no dia a dia das organizações brasileiras (consideramos como organizações brasileiras todas aquelas que atuam no país independentemente da origem de seu capital) e, diferentes tipos contratação para diferentes tipos de serviço, com diferentes impactos no resultado das empresas, geralmente são tratados de formas semelhantes que enfatizam apenas aspectos econômicos e jurídicos.
Entretanto, tão importante quanto ter sistemáticas adequadas de contratação de serviços é garantir o gerenciamento adequado dos recursos humanos envolvidos. Ambos são fundamentais para apoiar o desenvolvimento do mercado de trabalho, para a garantia do crescimento tecnológico no mercado industrial brasileiro e para o aumento do grau de competitividade das organizações.
Os problemas de implicação jurídica e os impactos econômicos têm tomado tanto a atenção dos executivos quando se trata de terceirização de serviços que o lado humano do processo fica relegado a um plano inferior. Isso pode ser observado pela participação cada vez maior de advogados, gestores de contratos e economistas nos processos de terceirização de serviços sem a correspondente participação do gestor de recursos humanos (RH).
O profissional de RH deve cuidar apenas dos talentos internos da empresa. Como, com a terceirização os quadros próprios tendem a diminuir o profissional de RH vem assistindo a uma redução cada vez maior de seu campo de atuação. “Esta abordagem tradicional, entretanto, esta cada vez mais distante da realidade do atual universo organizacional. Os processos de terceirização e o crescimento da tecnologia de informação, ajudaram na criação de uma nova arquitetura organizacional formada por parcerias e alianças que compõem uma verdadeira rede de organizações onde as conexões entre as empresas e o fluxo das informações inter e intra-empresarial têm cada vez mais importância na definição dos limites das empresas enquanto que as fronteiras físicas e contratuais que tradicionalmente definiam estes limites ficam cada vez mais difusas.
No meio desta rede onde informações estratégicas trafegam entre profissionais formalmente ligados a diferentes empresas. Quem são, efetivamente, seus talentos internos? Aqueles que têm um contrato formal de trabalho com sua empresa ou aqueles que desempenham atividades fundamentais para seu sucesso estratégico e para o desenvolvimento de inovações que garantirão o seu futuro, independente de seu vínculo contratual? Será que ainda existem diferenças contratuais entre talentos internos e talentos externos? A verdade é que terceirizar serviços envolve gente. Gente de todos os lados. E, gente é o elemento de trabalho do gestor de RH. Gente é seu foco! Esta constatação levará o gestor de RH a uma posição estratégica nos processo de terceirização das empresas de sucesso. Porém, neste mundo globalizado, de controle de custos e que busca resultados imediatos, o caminho que levará o empresário do atual foco no binômio custos/aspectos jurídicos para o foco em pessoas, não virá facilmente. Essa mudança de foco deverá passar por um árduo engajamento do gestor de RH na busca por seu espaço dentro deste novo processo, mostrando que uma estratégia duradoura, tem que contar com o comprometimento de todos os profissionais envolvidos. Dificilmente se encontra na literatura que trata da terceirização ou mesmo na literatura dirigida ao profissional de RH, sua inclusão como gestor e estrategista nos processo de terceirização. Entendemos que, para esta nova função, o gestor de RH deve ter uma visão geral de todas as etapas do processo de terceirização de serviços e de suas implicações. Assim, a discussão dos processos utilizados pelas organizações atuantes do Brasil e analisar a relação entre terceirização e comprometimento organizacional. 
Fonte de Pesquisa: Hayrton Rodrigues do Prado Filho.