" A transformação de vidas através da Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Humano."

26 de agosto de 2015

Ter um emprego ruim é pior para a saúde do que estar desempregado.

O mercado de trabalho tem cada vez mais se tornado um lugar difícil de ingressar. Com o desemprego subindo, é comum que pessoas queiram se manter em empregos que não gostam apenas para não estarem sem trabalho. Mas essa prática cria uma vítima: a sua saúde.
Nem sempre ter um emprego ruim é melhor do que não ter emprego algum. Controle, autonomia, desafio, variedade e autorealização são fundamentais para um ambiente saudável.
Existe uma clara ligação entre estar em um bom emprego e saúde mental. O pensamento popular é de que estar desempregado é algo ruim. Com certeza é, como sabemos, para o bolso. Também é ruim para a autoestima, dignidade, inclusão social, relacionamentos e saúde. Assim, baseado nisso, é bem recebido o pensamento de que “qualquer trabalho é um bom trabalho”.
Apesar da impressão de que essa é uma forma de permanecer conectado ao mercado de trabalho, os dados mostram claramente que a saúde mental para os que trabalham em empregos ruins é pior do que a dos sem emprego.
Esses números não devem nos parar de procurar empregos de maneira rápida. Mas deveria nos fazer pensar mais em como a qualidade do trabalho afeta nossa saúde mental e nossa produtividade. Mesmo durante uma crise, a desconfortável verdade pode ser de que “qualquer trabalho é um bom trabalho”, na verdade é uma mentira.
Fonte de Pesquisa: administradores.com.br

19 de agosto de 2015

Eu nervoso? Não, imagina!!!

Muitos de nós passamos por aquele momento em que percebemos que um grande erro foi cometido. Pode ter sido um erro de digitação que derrubou todo um relatório, ou então você esqueceu de anotar o horário de uma importante reunião. Os detalhes são diferentes para todos, mas em algum ponto, cada um de nós sentiu a chegada de uma tsunami de medo e pânico.
Erros e pressão são inevitáveis; o segredo para vencer ambos é permanecer calmo.
Estudos mostram que a maioria de nós tentamos ficar calmos da maneira errada. Pessoas que abraçam o desafio de uma crise - ultrapassar a dificuldade as anima - se saem muito melhor do que aquelas que se forçam a permanecerem calmas.
"As pessoas têm um enorme impulso de que tentar ficar calmo é a melhor maneira de lidar com ansiedade, mas isso pode ser não só difícil, mas inefetivo". "Quando as pessoas se sentem ansiosas e tentam se acalmar, elas estão pensando no que poderia dar errado. Quando elas ficam animadas, elas estão pensando nas coisas que podem dar certo". Allison Wood Brook.
Permanecer composto, focado e efetivo sob pressão é algo mental. Aqueles que dominam uma crise, são capazes de canalizar suas emoções para o comportamento que desejam. Em outras palavras, elas transformam ansiedade em energia.
E isso não acontece se você não se apegar à lógica. Sim, cometer um erro é constrangedor. Seu gestor pode (não deve...mas) gritar com você e o erro pode até entrar no próximo relatório sobre você, mas, provavelmente, não vai te fazer ser demitido, perder sua casa, morar no seu carro ou qualquer outra catástrofe que possa pensar para alimentar a ansiedade e te afastar do foco real.
Se você tem dificuldade em colocar as coisas em perspectiva, apenas pergunte-se as seguintes questões: qual a pior coisa que pode acontecer como resultado disso? Isso vai importar em cinco anos? Suas respostas devem te levar a um pensamento cataclísmico. Você provavelmente perceberá que o pânico é motivado por antecipação de passar vergonha em público mais que qualquer outra coisa. E assim que superar isso, é possível construir confiança recolhendo os cacos da bagunça e realmente tentando fazer as coisas melhores.
Para colocar as coisas em perspectiva, pense nas situações que foram piores que a que você se encontra agora. É bem provável que existam pessoas na sua empresa cometeram erros graves e ainda estão lá, bem. Esses erros lendários geralmente têm pouco efeito em longo prazo em bons empregados. Lembre-se sempre: "Tem mais para mim do que essa situação. Um erro não vai me definir".
Depois, você precisa reconhecer que as pessoas são menos focadas em você do que imagina. É fácil pensar que se é o centro do turbilhão. Você está envergonhado e preocupado com seu emprego. Quanto mais você se sente julgado por outros, mas intensa se torna sua ansiedade. Mas seu chefe, e todos seus colegas, vão passar bem menos tempo se preocupando com você do que tentando melhorar uma situação difícil, que é o que você deveria estar tentando fazer! É necessário perceber que eles não terão muito tempo para pensar nisso até depois de a poeira ter baixado, e até lá, você terá feito parte da solução.
Agora é a hora de expandir a lógica. Nada ajuda a manter o foco durante uma crise do que o pensamento lógico. Assim que você se preveniu do pânico, é hora de perguntar a si mesmo as questões importantes: o que realmente aconteceu? Quais as possíveis repercussões? Ainda existe tempo de evitar essas repercussões? Se sim, como? Quem precisa estar envolvido? Se for tarde demais para evitá-las, o que pode ser feito para diminuir o dano? Mas não deixe sua mente ficar pensando em autoacusações ridículas.
Finalmente, aja. Depois de descobrir os fatos e quebrar a cabeça, é hora de tomar as rédeas da situação. Trabalhar duro para tentar limpar a sujeira só vai dar mais força ao seu sentimento de pavor; depositar sua energia em tentar fazer as coisas melhores não só vai te dar mais forças, como também vai te ajudar a se distrair de qualquer sensação de ansiedade. Lembre-se, estar animado pelos desafios de voltar das cinzas irá melhorar sua performance drasticamente.
Para manter as coisas funcionando, não seja tão duro com você. Ninguém é perfeito. Até as pessoas mais bem sucedidas cometem grandes erros. Se por para baixo pode ser tentador, mas não leva a lugar algum e com certeza não te fará mais calmo. No lugar disso, mantenha sua energia focada no futuro e nas coisas que você quer mudar.
Ninguém gosta de cometer erros. Mas não importa quão grande o erro é, sucumbir ao pânico não irá ajudar. Deixar os pensamentos ruins assumirem diminuem sua habilidade de tomar boas decisões e de seguir em frente de forma efetiva. Ao invés disso, use essas estratégias para permanecer calmo e assim pensar sobre a situação, desenvolver um plano e se ocupar em fazer as coisas da maneira correta, para assim, continuar.
Fonte de Pesquisa: Travis Bradberry

12 de agosto de 2015

Saia do Vermelho!


Não adianta mais negar: a crise não só bateu às nossas portas, como já entrou em nosso ambiente de trabalho aos pontapés nos enchendo de preocupações. Além do sentimento geral de insegurança atrapalhar a produtividade, é inegável que os problemas financeiros são os grandes causadores de pesadelos em empreendedores absorvidos em contas. Mesmo assim, independente do momento atual econômico do nosso país, as questões financeiras são as mesmas: impostos atrasados, dívidas, capital de giro inexistente e saldo vermelho.
Para ajudar você a enfrentar esses problemas financeiros, listei a seguir os erros mais frequentes cometidos na área de finanças para que você se liberte de comportamentos e atitudes que só pioram a situação e para entender que a solução para enfrentar essa tempestade pode ser mais simples do que parece.

1 – Não cante vitória antes da hora.

Fechar um contrato é maravilhoso, mas um dos problemas financeiros muito comuns entre empresários é agir como se o dinheiro já estivesse em sua conta, para em seguida gastar com funcionários, melhorias e equipamentos. Se qualquer cliente desistir, as finanças voltam a se tornar desastrosas.

2 – Não contrate empréstimos sem necessidade e atrase o pagamento de dívidas.

Toda empresa deve ter conhecimento das melhores linhas de crédito aplicáveis ao tamanho e momento da corporação frente ao mercado, mas o aconselhável é utilizar os próprios recursos para crescer. Os juros dos empréstimos podem se somar às suas preocupações se a sua empresa não tiver como assumir essas dívidas.
Com os impostos, o pensamento é o mesmo para driblar esses problemas financeiros. Não alongue o pagamento! Lembre-se que juros e multas podem se tornar uma bola de neve mais árdua de se esquivar no futuro.

3 – Não diminua os preços das mercadorias e permita compras à prazo.

Apenas grandes varejistas podem optar por diminuir a margem de lucro no valor unitário de um produto. Se este não é o seu cenário, é aconselhável manter a sua margem segura e valorizar a sua marca indo até mesmo para o caminho oposto. O ideal é vender menos produtos a preços mais elevados.
A mesma linha de raciocínio de não cantar vitória antes do tempo se aplica às compras a prazo, pois o risco do pagamento se descontinuar e se contextualizar como mais um dos problemas financeiros – principalmente em momentos de crise econômica e instabilidade financeira – é maior. Se for possível, mantenha as vendas à vista para que a sua empresa mantenha um fluxo de caixa sustentável.

4 – Não aposte todas as suas fichas em um só cavalo!

Um dos maiores problemas financeiros de uma corporação é se sustentar na comodidade da renda advinda de um único cliente. Imagine se esse cliente some? Ele simplesmente vai levar o lucro de toda a empresa com ele. Tenha em mente que uma maior cartela de clientes significa sobreviver se um ou outro cliente estiverem para sair da jogada.

5 – Não deixe de rever os processos.

Reveja soluções atuais no processo de gestão de sua empresa, assumindo que as mesmas devem mudar. A tecnologia tem que trabalhar a seu favor, assim como a sua equipe. Experimente novas soluções em gestão da informação que não só ajudarão a sua empresa a reduzir custos como a melhorar o desempenho e qualidade de sua produção.

Fonte de Pesquisa: Alex Alves

5 de agosto de 2015

“Mas tá bom, vai melhorar! Vamos ver no que vai dar até o fim do ano.”

Vamos lembrar que até meados de 2014 especulava-se muito sobre a tal crise no Brasil. Mesmo com muito indicadores mostrando que o perigo era real e iminente, nós brasileiros não demos a devida atenção ou até demos alguma atenção, mas nos iludimos com as promessas de um Governo questionável, de que o Brasil estava blindado contra a crise. Assim, torcemos para que tudo desse certo, obviamente sem saber o que viria, mas torcemos!
Mas como num passe de mágica a crise veio, trazendo desempregos, escândalos, incertezas, investidores abandonando o país que outrora se mostrava como uma futura potência mundial e sem se esquecer da velha adormecida inflação que acorda com índices acima de 0,70% ao mês, que é recorde desde 2008. E agora?
No livro "Nunca Deixe de Tentar", escrito por Michael Jordan, podemos imprimir na memória duas frases para levarmos sempre conosco: “Os fundamentos são os pilares para que tudo o mais funcione. Pode ser que consiga levar as etapas iniciais, mas mais cedo ou mais tarde suas limitações irão aparecer.” Aí você se pergunta: E o que isso tem a ver com a crise?
Se analisarmos bem a fundo vemos que a boa gestão baseia-se em um fundamento importantíssimo que é: Planejar, Executar, Checar e Agir, o famoso PDCA, tão conhecido pelos administradores, mas tão pouco utilizado. Planejar o que fazer antecipadamente, executar o planejado de forma ordenada, checando sempre as atividades e desempenho bem como avaliando os resultados e daí começando tudo de novo em um ciclo que não termina. Seja em grandes empresas ou microempresas individuais, ou no próprio governo, este fundamento é uma ferramenta poderosa de gestão. Já deveríamos ter nos preparado e planejado os rumos a tomar, mas fomos amadores e deixamos acontecer e agora que aconteceu temos que reverter a situação e não ficar passivos ou conformados com ela.
Relaxamos com a ilusão de estarmos imunes à crise, o que foi um engano fatal, mas imaginar que temos que deixar as coisas acontecerem de forma passiva é outro engano pior ainda. A prova está aí! Adotemos este precioso fundamento seja nas organizações ou em nossas vidas e não somente em crises, pois planejar é antecipar as práticas e simular erros.
Com este hábito deixamos de lado a velha e errada filosofia de saber que está errado, mas torcer para dar certo.
Fonte de Pesquisa: Claudio Resende.

22 de julho de 2015

Como se comportar na entrevista de emprego

Você foi selecionado para a tão esperada entrevista! Revisou seu Currículo, imprimiu uma cópia para entregar ao entrevistador, está vestido(a) adequadamente, estudou sobre a empresa e revisou mentalmente as principais perguntas que precisa saber responder. Agora, só falta um detalhe: como se comportar na hora da entrevista. Devo cumprimentar o entrevistador formal ou informalmente? Posso gesticular? Saio falando tudo para mostrar preparo ou espero o entrevistador perguntar?
Vamos conferir algumas dicas?

1 – Pontualidade
É básico, mas não custa reforçar: programar-se para chegar no horário combinado para a entrevista é fundamental. Mas e se algo der errado? O que fazer se acontecer algum imprevisto e você não conseguir chegar na hora? Melhor desistir ou chegar atrasado mesmo sem falar nada?
Os entrevistadores sabem que contratempos podem acontecer, principalmente nos grandes centros. A dica é avisar com a maior antecedência possível que vai atrasar (vale para pequenos e grandes atrasos), demonstrando cuidado e respeito com o entrevistador. Essa atitude também vai ser avaliada.

2 - Esperando na sala
Seja na recepção ou na sala onde acontecerá a entrevista, não precisa parecer um robô: sente-se confortavelmente, mas sem exageros! O corpo fala e, nessa hora, você quer demonstrar interesse e energia.
Fique bem acomodado e confortável, sem parecer que está jogado no sofá da sua casa. E por mais que a ansiedade com a entrevista seja grande, fique sentado(a). Andar de um lado para o outro, bater o pé ou roer as unhas são atitudes que não vão ajudar em nada, além de demonstrarem pouco controle emocional.

3 - Chegou o entrevistador
Você está sentado na sala de entrevista e chega o entrevistador. Qual o jeito certo de cumprimentar? Vale um aceno com a cabeça? Um “oi” discreto, para manter a distância e não parecer animado demais?
A dica é bem objetiva: Sempre levante quando o entrevistador entra. Quando o candidato não se levanta, isso pode ser interpretado como falta de empatia ou de educação.
Levante-se e cumprimente o entrevistador com um aperto de mão firme (não precisa esmagar a mão, mas não vale aquele aperto de mão frouxo e desanimado). O entrevistador quer sentir uma energia positiva, um sinal de que o candidato está feliz por aquele momento. Portanto, na hora de cumprimentar o entrevistador, mostre um sorriso, uma fisionomia aberta e receptiva, olhe no olho e crie uma conexão com a pessoa que vai conduzir a entrevista.

4 - Estou nervoso(a). Posso dizer isso para o entrevistador?
Dependendo da posição, se o candidato estiver muito nervoso já pode estar fora do processo. Normalmente os entrevistadores tentam deixar o candidato à vontade pelo menos uma vez. Caso pergunte “Você está nervoso?” (e você estiver), pode dizer que está um pouco, mas não estenda o assunto nem ache que com isso tem uma desculpa para agir de qualquer jeito. A chave aqui está em procurar se recompor rapidamente e mostrar que tem controle emocional.

5 - Durante a conversa
Como agir durante a entrevista? Mostrar que está preparado e seguir seu próprio roteiro ou contar com o improviso e pensar no que deve ser respondido somente quando for perguntado? Nem uma coisa nem outra. O melhor é demonstrar que está aberto e preparado, mas deixar o entrevistador conduzir a conversa e ter flexibilidade para se adaptar. E o jogo de cintura vale também para o estilo da conversa.
Se as perguntas se tornarem mais agressivas e desafiadoras, mantenha a calma e responda objetivamente. Pode ser que o entrevistado esteja testando como você se comporta sob pressão. E se o entrevistador for para o outro extremo, chamando você pelo apelido, usando gírias e parecendo estar bem à vontade, a dica é adaptar-se sem virar “amigo íntimo”.  Você pode sorrir, mas continue a chamar o entrevistador pelo nome e evite palavrões, mesmo que o entrevistador os use.
Ao falar sobre sua experiência, “começar do macro para o micro”, demonstrando ter uma linha clara de raciocínio. Você pode, por exemplo, começar falando brevemente o que a empresa faz e em qual setor da economia atua. Em seguida, fale em qual departamento trabalhou, qual sua função e, então, qual foi o seu diferencial. Imagine que está respondendo a estas perguntas básicas: O quê? Como? Por quê? Qual o resultado?

6. Será que vai dar tempo de falar tudo?
Na dúvida, pergunte. Caso o entrevistador não fale quanto tempo vai durar a entrevista, é inteligente o entrevistado perguntar quanto tempo ele tem. Sabendo a regra do jogo, fica mais fácil adaptar o discurso ao tempo disponível.

7. Posso gesticular?
Durante nossa conversa com o especialista em recrutamento e seleção, as expressões “naturalidade” e “bom senso” surgiram várias vezes.Um dos segredos da comunicação como um todo, e que vale para uma entrevista, é a naturalidade. Você não pode tentar ser uma coisa que não é, senão já começa mal. O entrevistador vai perceber isso.
É positivo gesticular, demonstrar emoção na hora certa, mostrar que sente orgulho do que conquistou. O segredo é equilibrar naturalidade com bom senso, sem exagerar.

8. Pega bem fazer perguntas no final?
Fazer algumas perguntas sobre a vaga e o momento da empresa (caso o entrevistador não tenha comentado) mostram que o candidato está interessado. Perguntas como quais são os desafios daquela oportunidade, se é uma posição nova ou reposição de alguém que saiu e quais os próximos passos do processo podem pegar bem.
Já perguntas básicas sobre o que a empresa faz (espera-se que o candidato saiba), ou indagar sobre salário e benefícios antes mesmo de saber se foi selecionado não pegam nada bem.
E perguntar como foi seu desempenho na entrevista? Nesse caso, recomenda-se cautela. Perguntar “E aí, você acha que eu fui bem?” denota insegurança e vale, no máximo, para quem está disputando uma vaga de estágio.
Mas perguntas específicas sobre a seleção estão liberadas. Você pode, por exemplo, dizer ao entrevistador: “Não sei se você pode comentar, mas gostaria de um feedback seu com relação à  vaga, queria entender se o meu perfil se encaixa na posição”. É importante aceitar a resposta e agradecer, sem fazer justificativas ou insistir.

9. O que dizer na despedida
Ufa, acabou a entrevista!
Será? Lembre que a sua postura está sendo avaliada do começo ao fim e não custa nada ser educado(a). Recomenda-se despedir-se do entrevistador com o mesmo cuidado do início: cumprimente firme, olhe no olho e agradeça pela oportunidade.

10. Chiclete, celular e outras escorregadas
Desligue o celular,esqueça que ele existe. Se tiver um caso muito especial, avise o entrevistador logo no início. Diga, por exemplo: “Posso pedir um favor? Estou com um problema com meu filho, ele está no hospital, e talvez eu precise atender o celular. Tudo bem?”
Esqueceu de desligar e o celular tocou no meio da entrevista? Não precisa entrar em pânico. Não é por causa desse incidente que o candidato será eliminado. Desligue o aparelho imediatamente, peça desculpas e aja com naturalidade, como se não tivesse acontecido.
É melhor tirar os piercings e evitar mostrar as tatuagens na entrevista. Mascar chicletes nunca pega bem, nem para vagas em lugares mais informais.
Outra dica básica que não custa lembrar é cuidar da aparência.Não use muito perfume, esteja com os dentes escovados, de banho tomado e bem vestido(a).

E aí será que você sabe se comportar em uma entrevista de emprego? Faça um teste em http://exame.abril.com.br/carreira/quizzes/voce-sabe-se-comportar-em-uma-entrevista-de-emprego

Fonte de Pesquisa: Felipe Veronezzi

16 de julho de 2015

Cadê as oportunidades de emprego?

No acompanhamento diário que fazemos nos sites e redes sociais, que tratam sobre recolocação profissional e estratégias para melhor competir no mercado, não resta-nos outra coisa a dizer senão, que o cenário nacional passa por um momento turbulento e preocupante quanto ao aproveitamento de bons profissionais.
Em todo canto que andamos e em toda parte do país, não existe outro assunto a ser tratado, que não seja a crise que assola o país. Muitos creditam sua extensão às tantas especulações existentes, ou seja, estas que aparentam serem maiores do que de fato são, e que acabam se equiparando, fazendo com que o brasileiro venha a adotar uma postura extremamente cautelosa e defensiva, diante do medo de investir no crescimento.
Pensando assim, o empresário brasileiro começa a sentir seus reflexos, enxergando como única solução para lidar com as dificuldades, a redução de seu quadro de funcionários.
Assim acontece no comercio, na indústria e nos serviços, aliás, em todos os setores. Confirma-se a todo instante uma verdadeira avalanche de quebra de contratos de trabalho, decorrente de uma redução de lucros, aumento de impostos e estimativas não tão otimistas para um futuro incerto de um país, que parece mergulhar numa crise, que pode ter consequências ainda maiores.
Diante desse aumento de desempregados, lançados ao mercado, e com mais dificuldades de fazerem jus aos benefícios das leis que amparam o trabalhador brasileiro, logo, sem demora, serão profissionais apresentando à sociedade a face do sofrimento, da angústia e do desespero. Assim acontece com todos, em especial, com aqueles que jamais acreditavam que poderiam ser vítimas, ante a formação conquistada, e conhecimento e perfil elevados. O desemprego parece bem mais incompreensivo para com aqueles mais aparentemente preparados.
Abrimos classificados de emprego e meios em geral, e vemos vagas ofertadas. Não tantas como eram antes, mais aparecem. Exigências são feitas, contudo, parecem destinadas a uma determinada fatia da sociedade brasileira, com a prática salarial sem muitos atrativos e poucos ou mesmo reduzidos benefícios acompanhados. Mesmo nestas condições, atraem inúmeros candidatos, que, sem ter mais a quem recorrer, resta somente se sujeitar a reduzir seus padrões, a passar necessidades maiores do que já estão passando há algum tempo.
Na verdade, nem sempre possuir um currículo elevado, na concorrência por uma oportunidade sem tantas exigências, é sinal de vantagem. Muito pelo contrário, acontece muito de o candidato ser preterido, por possuir um currículo que assuste ao analista em relação a vaga pretendida. Dessa forma, acaba sendo preterido, e permanecendo um pouco mais de tempo disponível no mercado.
E o que resta a fazer diante de uma situação como esta? O que devemos fazer ou como nos postar perante a necessidade de honrar nossos compromissos e não ter de onde tirar, mesmo sabendo que temos um currículo atraente, interessante e muita competência profissional? Confesso que parece não existir respostas para indagações.
Olhamos para os todos os lados e não vemos saída. A luz do fim do túnel parece se apagar a cada dia que se passa e não recebe sequer um convite para participar de um processo seletivo. Torna uma situação vexatória, sobretudo, quando se trata de um pai de família, que sempre se dedicou a estudar, a capacitar-se, e a honrar as oportunidades dadas, mas que de uma hora para outra, o desemprego bateu à sua porta.
Infelizmente chegou. O desemprego bateu e entrou casa à dentro, no imenso desejo que não demore muito, até mesmo por tratar-se de uma visita desagradável.
Que vá logo embora; que surjam logo as oportunidades que tanto se apresentavam sem convite algum; e que não deixe tantas marcas na vida de quem a recebe a contragosto, pois muito não merecem um visitante como este.
Fonte de Pesquisa: Carlos Delano.

8 de julho de 2015

Ser humano ou ser profissional?

Às vezes defendo a indissociabilidade do ser humano na vida pessoal e profissional, embora existam limites para ambos. É difícil acreditar que alguém possa ser diferente utilizando-se do mesmo corpo e da mesma mente, repletos de vícios, hábitos e histórias.
É praticamente impossível separar os ambientes, assim como é no trabalho, é na vida pessoal. Ambos demandam por cobranças, responsabilidades, avaliações, objetivos, metas, problemas e conflitos de toda ordem, negociações o tempo todo.
Todos os dias, a despeito da infinidade de problemas que surgem com frequência em sua vida, o ser humano tende a vestir a máscara da hipocrisia ou aquilo que os psicólogos chamam de máscara social. Embora não seja tão feliz no trabalho quanto gostaria, é preciso fazer de conta que sim.
A mente humana não está preparada para ver apenas o lado bom das coisas nem para se render diante dos fatos que parecem óbvios, e para os quais se exige uma boa dose de humildade.
Por conta disso, a maioria sai de casa imaginando o que fazer para evitar encontros desagradáveis com o chefe ou para terminar aquele projeto que há mais de um mês foi solicitado ou ainda quando encontrar o colega com o qual não possui afinidade.
Se “somos aquilo que fazemos repetidamente”, a principal preocupação das pessoas é concentrar energia no sucesso e nos defeitos alheios, não importa o ambiente nem o quanto alguém trabalhou para chegar lá.
Por vezes, a capacidade de discernimento e a tendência ao pré-julgamento é o que prevalece e, na prática, as pessoas se tornam muito competitivas, o que as impede de reconhecer o esforço alheio.
O mundo espera muito de nós, portanto, é necessário manter-se fiel ao nosso elemento de vida, a verdade. Quando você se mantém fiel a si mesmo e a consciência está em sintonia com o seu coração, as decisões fluem com mais naturalidade e senso de justiça. Neste caso, não importa o campo de batalha.
Sabe-se que é difícil ser justo e manter a tranquilidade sob pressão, quando o emprego está em jogo, as contas estão vencidas e a família está desunida. Poucos foram educados para enfrentar as adversidades com equilíbrio e serenidade. É fácil dizer o que fazer, difícil é vestir a carapuça.
Não há como separar o lado humano do profissional. O que muda é a percepção do ambiente, a forma como abordamos determinados assuntos e o limite que tentamos impor a nós mesmos a fim de conservar o caráter e a reputação em ambientes distintos, mas complementares.
Os diferentes papeis que todos assumem na sociedade são representados por uma única pessoa. O equívoco da maioria está no fato de querer utilizar as mesmas competências para papeis distintos.
Depois de alguns anos (risos) de vida e muitas marteladas na cabeça, posso dizer que aprendi um bocado nesse mundo corporativo, motivo pelo qual divido com vocês algumas dicas que podem ajudá-lo a equilibrar os dois lados.
Leia e reflita. Leva tempo para descobrir o quanto somos ricos e de vez em quando é necessário resgatar de dentro da alma aquelas habilidades que nem sabemos que estavam lá adormecidas. É impossível ser feliz em tudo, mas é possível ver em tudo um pouquinho de felicidade.
  • Você conhece milhares de pessoas, mas conta nos dedos aqueles que pode chamar de amigos. Não existe esse negócio de amigos na vida pessoal e amigos no trabalho. Amigos são amigos e ponto final, no trabalho ou fora dele.
  •  O ser humano é indissociável, portanto, as emoções da relação pessoal e profissional estão intimamente ligadas; procure equilibrar os dois lados, ambos precisam de você.
  • Mais importante do que a pressão exercida no trabalho, acredite, existe vida fora dele. A família te espera em casa de braços abertos, desde que você adote na íntegra o conceito de família; para onde você corre quando perde o emprego?
  • Não seja prepotente nem deixe que a fama lhe suba à cabeça. Quanto maior o cargo, maior o tombo, mais difícil a recuperação. Poucos estão preparados para recomeçar a caminhada depois de perder o crachá, o plano de saúde, o vale-refeição e o sobrenome da empresa; no fim das contas, o que conta mesmo é o seu sobrenome de nascença.
  • Trate bem as pessoas, independentemente do nível hierárquico. Em cargos de liderança, se tiver que demitir alguém, seja direto, gentil e transparente, mas não tripudie, é um momento difícil para ambos, a menos que você seja desprovido de hormônios.
  • O mundo corporativo sobrevive sem você, portanto, não o carregue nas costas nem se deixe escravizar por uma quantia de dinheiro que nunca será suficiente para compensar o tempo e a saúde que você perde enquanto tenta provar para a família e o chefe o quanto você é capaz.
  • Relaxe e aproveite cada momento: pare de sofrer por coisas sobre as quais você não tem o menor controle, ou seja, pare de sofrer por antecedência; quem sofre antes do necessário sofre mais do que o necessário, já dizia Albert Ellis; entretanto, quando estiver a serviço de alguém, dê o melhor de si, seja leal, seja íntegro e aproveite cada momento para se aperfeiçoar.
Por fim, lembre-se: não se trata de fazer a família entender o quão importante o trabalho é para você, mas o quão importante você é para a família e para as empresas que confiam no seu trabalho.
Pense nisso, sofra menos, seja mais humano, mais ativo, constituinte e criador do mundo, seja bem mais feliz!

Fonte de Pesquisa: Jerônimo Mendes.

2 de julho de 2015

Como liderar em tempos de crise?

A responsabilidade de liderar pessoas, especialmente em tempos difíceis, tem seu preço. Os líderes estão se perguntando como motivar e garantir o bom desempenho da equipe se o futuro é incerto e se não há como garantir nem a própria permanência na empresa. A posição é difícil mesmo: você está entre a empresa, para a qual deve profissionalismo, e seus liderados, para os quais deve sinceridade a fim de estabelecer uma relação de confiança.
O estilo de liderança, o tempo em que está à frente da equipe e o porte da empresa ajudam a dosar o grau de dificuldade. Se você acabou de chegar e ainda não conquistou a confiança do pessoal, por exemplo, talvez não consiga transmitir a segurança necessária. E isso pode piorar se a empresa é grande e você não participa das decisões. Ao contrário, se tem uma relação madura com a equipe, terá mais facilidade em conduzi-la durante a travessia da crise. Sim, travessia. Confie, a crise vai passar.
E sendo uma situação passageira, o ideal é que você e a equipe consigam atravessá-la com a máxima tranquilidade possível. Mantendo o foco no trabalho.
Seja transparente e fale a verdade: não quebre a confiança que a equipe tem em você. A confiança é o pilar central da relação com seus subordinados e se a perder, dificilmente conseguirá reconquistar.
Comunique-se sempre: manter a equipe informada sobre a situação é a melhor maneira para evitar rumores e minimizar a tensão. A dica é fazer reuniões com mais frequência para não deixar as pessoas sem informações por muito tempo.
Respeite as diferenças: a equipe não é homogênea e cada pessoa sente a crise de maneira diferente. Identifique isso e tenha conversas individuais, tratando as angústias e os medos de forma particular. Você pode incentivá-los a sondar o mercado e até ajudá-los a dar novos rumos à carreira.
Não passamos credibilidade se não acreditamos naquilo que estamos falando, portanto, se você não concorda com as diretrizes da sua empresa, reavalie sua posição e a permanência.
A crise é passageira, portanto, mantenha o foco na carreira e na função que é conduzir e desenvolver pessoas. Fazendo isso, será fiel à empresa e à equipe.
Fonte de Pesquisa: Adriana Moser.