" A transformação de vidas através da Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Humano."

16 de setembro de 2015

Eu estou Calmo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Muitos de nós passamos por aquele momento em que percebemos que um grande erro foi cometido. Pode ter sido um erro de digitação que derrubou todo um relatório, ou então você esqueceu de anotar o horário de uma importante reunião. Os detalhes são diferentes para todos, mas em algum ponto, cada um de nós sentiu a chegada de uma tsunami de medo e pânico.
Erros e pressão são inevitáveis; o segredo para vencer ambos é permanecer calmo.
A maioria de nós tentamos ficar calmos da maneira errada. Pessoas que abraçam o desafio de uma crise - ultrapassar a dificuldade as anima - se saem muito melhor do que aquelas que se forçam a permanecerem calmas.
As pessoas têm um enorme impulso de que tentar ficar calmo é a melhor maneira de lidar com ansiedade, mas isso pode ser não só difícil, mas insatisfatório. Quando as pessoas se sentem ansiosas e tentam se acalmar, elas estão pensando no que poderia dar errado. Quando elas ficam animadas, elas estão pensando nas coisas que podem dar certo.
Permanecer composto, focado e efetivo sob pressão é algo mental. Aqueles que dominam uma crise são capazes de canalizar suas emoções para o comportamento que desejam. Em outras palavras, elas transformam ansiedade em energia.
E isso não acontece se você não se apegar à lógica. Sim, cometer um erro é constrangedor. Seu chefe pode gritar com você (pode? Bem isso é outra questão.) e o erro pode até entrar no próximo relatório sobre você, mas, provavelmente, não vai te fazer ser demitido, perder sua casa, morar no seu carro ou qualquer outra catástrofe que possa pensar para alimentar a ansiedade e te afastar do foco real.
Se você tem dificuldade em colocar as coisas em perspectiva, apenas pergunte-se as seguintes questões: qual a pior coisa que pode acontecer como resultado disso? Isso vai importar em cinco anos? Suas respostas devem te levar a um pensamento cataclísmico. Você provavelmente perceberá que o pânico é motivado por antecipação de passar vergonha em público mais que qualquer outra coisa. E assim que superar isso, é possível construir confiança recolhendo os cacos da bagunça e realmente tentando fazer as coisas melhores.
Para colocar as coisas em perspectiva, pense nas situações que foram piores que a que você se encontra agora. É bem provável que existam pessoas na sua empresa cometeram erros graves e ainda estão lá, bem. Esses erros lendários geralmente têm pouco efeito em longo prazo em bons empregados. Lembre-se sempre: "Tem mais para mim do que essa situação. Um erro não vai me definir".
Depois, você precisa reconhecer que as pessoas são menos focadas em você do que imagina. É fácil pensar que se é o centro do turbilhão. Você está envergonhado e preocupado com seu emprego. Quanto mais você se sente julgado por outros, mais intensa se torna sua ansiedade. Mas seu gestor, e todos seus colegas, vão passar bem menos tempo se preocupando com você do que tentando melhorar uma situação difícil, que é o que você deveria estar tentando fazer! É necessário perceber que eles não terão muito tempo para pensar nisso até depois de a poeira ter baixado, e até lá, você terá feito parte da solução.
Agora é a hora de expandir a lógica. Nada ajuda a manter o foco durante uma crise do que o pensamento lógico. Assim que você se preveniu do pânico, é hora de perguntar a si mesmo as questões importantes: o que realmente aconteceu? Quais as possíveis repercussões? Ainda existe tempo de evitar essas repercussões? Se sim, como? Quem precisa estar envolvido? Se for tarde demais para evitá-las, o que pode ser feito para diminuir o dano? Mas não deixe sua mente ficar pensando em autoacusações ridículas.
Finalmente, aja. Depois de descobrir os fatos e quebrar a cabeça, é hora de tomar as rédeas da situação. Trabalhar duro para tentar limpar a sujeira só vai dar mais força ao seu sentimento de pavor; depositar sua energia em tentar fazer as coisas melhores não só vai te dar mais forças, como também vai te ajudar a se distrair de qualquer sensação de ansiedade. Lembre-se, estar animado pelos desafios de voltar das cinzas irá melhorar sua performance drasticamente.
Para manter as coisas funcionando, não seja tão duro com você. Ninguém é perfeito. Até as pessoas mais bem sucedidas cometem grandes erros. A Dilma está ai, se deleitando em suas “emes” . A primeira empresa de Henry Ford faliu em 18 meses, Oprah Winfrey teve que ouvir que não servia para televisão e Walt Disney foi demitido da Kansas City Star por falta de criatividade. Se por para baixo pode ser tentador, mas não leva a lugar algum e com certeza não te fará mais calmo. No lugar disso, mantenha sua energia focada no futuro e nas coisas que você quer mudar.
 Fonte de Pesquisa: Travis Bradberry

9 de setembro de 2015

Quatro passos na busca por um novo emprego


Todos que se encontram no processo de recolocação sabem que a rejeição é um fato nessa caminhada .Não é nada agradável receber um feedback negativo tipo: “Você não foi aprovado”. Mas o pior é o desagradável silêncio, onde ficamos ansiosos e na expectativa de uma resposta que nunca vem. A verdade fundamental do processo de recolocação não é boa: Você irá ser rejeitado e ignorado. Infelizmente essa amarga verdade recai sobre muitos que estão nesse processo. Mas você pode diminuir a dor e desenvolver uma atitude positiva seguindo quatro  dicas importantes:

Passo 1: Tome as rédeas

Só você sabe seus pontos fortes e fracos. Só você sabe onde você quer trabalhar e por quê. Só você sabe como pode ajudar um potencial empregador. Somente você pode articular seus interesses e pontos fortes em uma carta de apresentação e currículo. Não deixe que qualquer outra pessoa faça o seu currículo ou a sua carta de apresentação. Você precisa fazê-lo com suas palavras e experiências. Você pode pedir que outra pessoa o revise, mas a palavra final deve ser sua, mesmo se estiver recebendo aconselhamento técnico.

Passo 2: Cerque-se de pessoas positivas

Cerque-se de pessoas positivas e seja uma delas. Livre-se de qualquer um que se simpatize com a sua situação e está ansioso para se lamentar. Você não precisa de simpatizantes e pessoas negativas. Você precisa de apoio e, há uma enorme diferença.
Família, amigos e profissionais respeitáveis irão lembrá-lo de suas forças e dar o incentivo necessário para você manter o foco e ir além.
Para se manter inspirado você precisa de pessoas que não só o apoiem, mas que forneçam críticas construtivas para ajudá-lo a aperfeiçoar sua apresentação e criar estratégias.

Passo 3: Conheça suas ações e resultados

Você deve manter um registro, para mostrar a si mesmo, que está fazendo progresso. Se você puder observar visualmente suas realizações, terá um incentivo extra para manter o foco. Se você já fez 10 ligações, anote-as. Você enviou seu currículo para várias vagas na internet, registre esses dados. Mantenha suas realizações em um local visível. Isso irá lembra-lo de suas metas. Anote quantas entrevistas você já agendou, as ligações que fez, chamadas de retorno e pesquisas que terminou. É fundamental ser capaz de ver o seu processo de recolocação, para garantir que está sempre tomando ações para aumentar seu número de entrevistas.

Passo 4: Pensamento positivo

Como Henry Ford disse uma vez, “Se você pensa que pode, você está certo.” É importante acreditar que irá ter sucesso. Você deve convencer-se, através da sua própria fala, que você é bem sucedido. Você pode ser o seu pior inimigo ou seu maior amigo. Nessas horas, não se deixe ser dominado pelo lado esquerdo do cérebro. Estimule o lado direito do seu cérebro! Ele é criativo e impulsionado pelo pensamento positivo te levará aonde quer chegar! E lembre-se: Somente a ação gera resultado!  


Fonte de Pesquisa: Cláudio Moraes.

2 de setembro de 2015

Engolindo Sapos!

Em qual proporção e com que frequência você engole sapo?
Todos nós, com mais ou menos frequência engolimos sapos que vem para testar e desafiar. Às vezes vem da família, dos amigos, dos vizinhos, de desconhecidos, de colegas, do chefe, do ambiente de trabalho, da terapeuta ou do melhor amigo. E às vezes vem de tudo quanto é lado, como um tiroteio, bombardeio ou chuva de sapos.
Eles são de todos os tipos e espécies, cores, tamanhos, formas. Ninjas, samurais, kamikazes, guerreiros resistentes.
Há quem faça isso com elegância britânica e termine dando uma risadinha irônica, no melhor estilo: eu venci mais essa. Mas, tem quem fique com indigestão, dor de estômago, dor de garganta, mau humor e tantos outros efeitos colaterais.
Engolir sapo está ligado com uma porção de coisas, com resistência, inteligência emocional, maturidade, amor, respeito, dever, medo, cuidado. Cada situação é diferente e sempre tem um motivo que nos faz tomar a decisão de engolir aquele sapo. E depois, tentar fazer a digestão o mais rápido possível, pois outros virão pelo caminho e é sempre bom estar preparado.
Pode ser por medo de dar uma resposta e perder o emprego, porque é alguém mais velho e você respeita sua autoridade, por ser seu chefe e você respeita a hierarquia, porque você ama e naquele momento quer evitar uma briga, porque você está equilibrado e não te afeta, porque você tem um bom autocontrole, porque você não quer magoar ou machucar ou porque naquele momento simplesmente pareceu o mais inteligente a fazer,
Tomamos decisões todos os dias, e em relação ao que faremos com os sapos sapecas não é diferente. Pensamos, refletimos, avaliamos e decidimos. Claro, que tudo isso muito rápido, porque quando se trata de sapo, em milésimos de segundo podemos perder o controle e a capacidade de raciocínio e simplesmente cuspi-lo de volta acompanhado de muitas cobras e lagartos.
Sapos são verdadeiros testes de resistência e provas de fogo. Como tudo, devemos tentar buscar o equilíbrio, respirar e tentar agir da melhor maneira possível para nós e para o meio em que estamos inseridos. Em alguns momentos, o melhor é engolir o sapo e depois quem sabe quando o assunto esfriar conversar a respeito. Em outros, que podem beirar o desrespeito ou quebra de princípios, valores e ética talvez o melhor a ser feito seja recusar a encomenda e devolver ao destinatário.
Ora somos coadjuvantes, ora atores principais. Sapos vão e voltam. E nós escolhemos como vamos agir em cada situação.
Fonte de Pesquisa: Renata Klingelfus Andraus

26 de agosto de 2015

Ter um emprego ruim é pior para a saúde do que estar desempregado.

O mercado de trabalho tem cada vez mais se tornado um lugar difícil de ingressar. Com o desemprego subindo, é comum que pessoas queiram se manter em empregos que não gostam apenas para não estarem sem trabalho. Mas essa prática cria uma vítima: a sua saúde.
Nem sempre ter um emprego ruim é melhor do que não ter emprego algum. Controle, autonomia, desafio, variedade e autorealização são fundamentais para um ambiente saudável.
Existe uma clara ligação entre estar em um bom emprego e saúde mental. O pensamento popular é de que estar desempregado é algo ruim. Com certeza é, como sabemos, para o bolso. Também é ruim para a autoestima, dignidade, inclusão social, relacionamentos e saúde. Assim, baseado nisso, é bem recebido o pensamento de que “qualquer trabalho é um bom trabalho”.
Apesar da impressão de que essa é uma forma de permanecer conectado ao mercado de trabalho, os dados mostram claramente que a saúde mental para os que trabalham em empregos ruins é pior do que a dos sem emprego.
Esses números não devem nos parar de procurar empregos de maneira rápida. Mas deveria nos fazer pensar mais em como a qualidade do trabalho afeta nossa saúde mental e nossa produtividade. Mesmo durante uma crise, a desconfortável verdade pode ser de que “qualquer trabalho é um bom trabalho”, na verdade é uma mentira.
Fonte de Pesquisa: administradores.com.br

19 de agosto de 2015

Eu nervoso? Não, imagina!!!

Muitos de nós passamos por aquele momento em que percebemos que um grande erro foi cometido. Pode ter sido um erro de digitação que derrubou todo um relatório, ou então você esqueceu de anotar o horário de uma importante reunião. Os detalhes são diferentes para todos, mas em algum ponto, cada um de nós sentiu a chegada de uma tsunami de medo e pânico.
Erros e pressão são inevitáveis; o segredo para vencer ambos é permanecer calmo.
Estudos mostram que a maioria de nós tentamos ficar calmos da maneira errada. Pessoas que abraçam o desafio de uma crise - ultrapassar a dificuldade as anima - se saem muito melhor do que aquelas que se forçam a permanecerem calmas.
"As pessoas têm um enorme impulso de que tentar ficar calmo é a melhor maneira de lidar com ansiedade, mas isso pode ser não só difícil, mas inefetivo". "Quando as pessoas se sentem ansiosas e tentam se acalmar, elas estão pensando no que poderia dar errado. Quando elas ficam animadas, elas estão pensando nas coisas que podem dar certo". Allison Wood Brook.
Permanecer composto, focado e efetivo sob pressão é algo mental. Aqueles que dominam uma crise, são capazes de canalizar suas emoções para o comportamento que desejam. Em outras palavras, elas transformam ansiedade em energia.
E isso não acontece se você não se apegar à lógica. Sim, cometer um erro é constrangedor. Seu gestor pode (não deve...mas) gritar com você e o erro pode até entrar no próximo relatório sobre você, mas, provavelmente, não vai te fazer ser demitido, perder sua casa, morar no seu carro ou qualquer outra catástrofe que possa pensar para alimentar a ansiedade e te afastar do foco real.
Se você tem dificuldade em colocar as coisas em perspectiva, apenas pergunte-se as seguintes questões: qual a pior coisa que pode acontecer como resultado disso? Isso vai importar em cinco anos? Suas respostas devem te levar a um pensamento cataclísmico. Você provavelmente perceberá que o pânico é motivado por antecipação de passar vergonha em público mais que qualquer outra coisa. E assim que superar isso, é possível construir confiança recolhendo os cacos da bagunça e realmente tentando fazer as coisas melhores.
Para colocar as coisas em perspectiva, pense nas situações que foram piores que a que você se encontra agora. É bem provável que existam pessoas na sua empresa cometeram erros graves e ainda estão lá, bem. Esses erros lendários geralmente têm pouco efeito em longo prazo em bons empregados. Lembre-se sempre: "Tem mais para mim do que essa situação. Um erro não vai me definir".
Depois, você precisa reconhecer que as pessoas são menos focadas em você do que imagina. É fácil pensar que se é o centro do turbilhão. Você está envergonhado e preocupado com seu emprego. Quanto mais você se sente julgado por outros, mas intensa se torna sua ansiedade. Mas seu chefe, e todos seus colegas, vão passar bem menos tempo se preocupando com você do que tentando melhorar uma situação difícil, que é o que você deveria estar tentando fazer! É necessário perceber que eles não terão muito tempo para pensar nisso até depois de a poeira ter baixado, e até lá, você terá feito parte da solução.
Agora é a hora de expandir a lógica. Nada ajuda a manter o foco durante uma crise do que o pensamento lógico. Assim que você se preveniu do pânico, é hora de perguntar a si mesmo as questões importantes: o que realmente aconteceu? Quais as possíveis repercussões? Ainda existe tempo de evitar essas repercussões? Se sim, como? Quem precisa estar envolvido? Se for tarde demais para evitá-las, o que pode ser feito para diminuir o dano? Mas não deixe sua mente ficar pensando em autoacusações ridículas.
Finalmente, aja. Depois de descobrir os fatos e quebrar a cabeça, é hora de tomar as rédeas da situação. Trabalhar duro para tentar limpar a sujeira só vai dar mais força ao seu sentimento de pavor; depositar sua energia em tentar fazer as coisas melhores não só vai te dar mais forças, como também vai te ajudar a se distrair de qualquer sensação de ansiedade. Lembre-se, estar animado pelos desafios de voltar das cinzas irá melhorar sua performance drasticamente.
Para manter as coisas funcionando, não seja tão duro com você. Ninguém é perfeito. Até as pessoas mais bem sucedidas cometem grandes erros. Se por para baixo pode ser tentador, mas não leva a lugar algum e com certeza não te fará mais calmo. No lugar disso, mantenha sua energia focada no futuro e nas coisas que você quer mudar.
Ninguém gosta de cometer erros. Mas não importa quão grande o erro é, sucumbir ao pânico não irá ajudar. Deixar os pensamentos ruins assumirem diminuem sua habilidade de tomar boas decisões e de seguir em frente de forma efetiva. Ao invés disso, use essas estratégias para permanecer calmo e assim pensar sobre a situação, desenvolver um plano e se ocupar em fazer as coisas da maneira correta, para assim, continuar.
Fonte de Pesquisa: Travis Bradberry

12 de agosto de 2015

Saia do Vermelho!


Não adianta mais negar: a crise não só bateu às nossas portas, como já entrou em nosso ambiente de trabalho aos pontapés nos enchendo de preocupações. Além do sentimento geral de insegurança atrapalhar a produtividade, é inegável que os problemas financeiros são os grandes causadores de pesadelos em empreendedores absorvidos em contas. Mesmo assim, independente do momento atual econômico do nosso país, as questões financeiras são as mesmas: impostos atrasados, dívidas, capital de giro inexistente e saldo vermelho.
Para ajudar você a enfrentar esses problemas financeiros, listei a seguir os erros mais frequentes cometidos na área de finanças para que você se liberte de comportamentos e atitudes que só pioram a situação e para entender que a solução para enfrentar essa tempestade pode ser mais simples do que parece.

1 – Não cante vitória antes da hora.

Fechar um contrato é maravilhoso, mas um dos problemas financeiros muito comuns entre empresários é agir como se o dinheiro já estivesse em sua conta, para em seguida gastar com funcionários, melhorias e equipamentos. Se qualquer cliente desistir, as finanças voltam a se tornar desastrosas.

2 – Não contrate empréstimos sem necessidade e atrase o pagamento de dívidas.

Toda empresa deve ter conhecimento das melhores linhas de crédito aplicáveis ao tamanho e momento da corporação frente ao mercado, mas o aconselhável é utilizar os próprios recursos para crescer. Os juros dos empréstimos podem se somar às suas preocupações se a sua empresa não tiver como assumir essas dívidas.
Com os impostos, o pensamento é o mesmo para driblar esses problemas financeiros. Não alongue o pagamento! Lembre-se que juros e multas podem se tornar uma bola de neve mais árdua de se esquivar no futuro.

3 – Não diminua os preços das mercadorias e permita compras à prazo.

Apenas grandes varejistas podem optar por diminuir a margem de lucro no valor unitário de um produto. Se este não é o seu cenário, é aconselhável manter a sua margem segura e valorizar a sua marca indo até mesmo para o caminho oposto. O ideal é vender menos produtos a preços mais elevados.
A mesma linha de raciocínio de não cantar vitória antes do tempo se aplica às compras a prazo, pois o risco do pagamento se descontinuar e se contextualizar como mais um dos problemas financeiros – principalmente em momentos de crise econômica e instabilidade financeira – é maior. Se for possível, mantenha as vendas à vista para que a sua empresa mantenha um fluxo de caixa sustentável.

4 – Não aposte todas as suas fichas em um só cavalo!

Um dos maiores problemas financeiros de uma corporação é se sustentar na comodidade da renda advinda de um único cliente. Imagine se esse cliente some? Ele simplesmente vai levar o lucro de toda a empresa com ele. Tenha em mente que uma maior cartela de clientes significa sobreviver se um ou outro cliente estiverem para sair da jogada.

5 – Não deixe de rever os processos.

Reveja soluções atuais no processo de gestão de sua empresa, assumindo que as mesmas devem mudar. A tecnologia tem que trabalhar a seu favor, assim como a sua equipe. Experimente novas soluções em gestão da informação que não só ajudarão a sua empresa a reduzir custos como a melhorar o desempenho e qualidade de sua produção.

Fonte de Pesquisa: Alex Alves

5 de agosto de 2015

“Mas tá bom, vai melhorar! Vamos ver no que vai dar até o fim do ano.”

Vamos lembrar que até meados de 2014 especulava-se muito sobre a tal crise no Brasil. Mesmo com muito indicadores mostrando que o perigo era real e iminente, nós brasileiros não demos a devida atenção ou até demos alguma atenção, mas nos iludimos com as promessas de um Governo questionável, de que o Brasil estava blindado contra a crise. Assim, torcemos para que tudo desse certo, obviamente sem saber o que viria, mas torcemos!
Mas como num passe de mágica a crise veio, trazendo desempregos, escândalos, incertezas, investidores abandonando o país que outrora se mostrava como uma futura potência mundial e sem se esquecer da velha adormecida inflação que acorda com índices acima de 0,70% ao mês, que é recorde desde 2008. E agora?
No livro "Nunca Deixe de Tentar", escrito por Michael Jordan, podemos imprimir na memória duas frases para levarmos sempre conosco: “Os fundamentos são os pilares para que tudo o mais funcione. Pode ser que consiga levar as etapas iniciais, mas mais cedo ou mais tarde suas limitações irão aparecer.” Aí você se pergunta: E o que isso tem a ver com a crise?
Se analisarmos bem a fundo vemos que a boa gestão baseia-se em um fundamento importantíssimo que é: Planejar, Executar, Checar e Agir, o famoso PDCA, tão conhecido pelos administradores, mas tão pouco utilizado. Planejar o que fazer antecipadamente, executar o planejado de forma ordenada, checando sempre as atividades e desempenho bem como avaliando os resultados e daí começando tudo de novo em um ciclo que não termina. Seja em grandes empresas ou microempresas individuais, ou no próprio governo, este fundamento é uma ferramenta poderosa de gestão. Já deveríamos ter nos preparado e planejado os rumos a tomar, mas fomos amadores e deixamos acontecer e agora que aconteceu temos que reverter a situação e não ficar passivos ou conformados com ela.
Relaxamos com a ilusão de estarmos imunes à crise, o que foi um engano fatal, mas imaginar que temos que deixar as coisas acontecerem de forma passiva é outro engano pior ainda. A prova está aí! Adotemos este precioso fundamento seja nas organizações ou em nossas vidas e não somente em crises, pois planejar é antecipar as práticas e simular erros.
Com este hábito deixamos de lado a velha e errada filosofia de saber que está errado, mas torcer para dar certo.
Fonte de Pesquisa: Claudio Resende.

22 de julho de 2015

Como se comportar na entrevista de emprego

Você foi selecionado para a tão esperada entrevista! Revisou seu Currículo, imprimiu uma cópia para entregar ao entrevistador, está vestido(a) adequadamente, estudou sobre a empresa e revisou mentalmente as principais perguntas que precisa saber responder. Agora, só falta um detalhe: como se comportar na hora da entrevista. Devo cumprimentar o entrevistador formal ou informalmente? Posso gesticular? Saio falando tudo para mostrar preparo ou espero o entrevistador perguntar?
Vamos conferir algumas dicas?

1 – Pontualidade
É básico, mas não custa reforçar: programar-se para chegar no horário combinado para a entrevista é fundamental. Mas e se algo der errado? O que fazer se acontecer algum imprevisto e você não conseguir chegar na hora? Melhor desistir ou chegar atrasado mesmo sem falar nada?
Os entrevistadores sabem que contratempos podem acontecer, principalmente nos grandes centros. A dica é avisar com a maior antecedência possível que vai atrasar (vale para pequenos e grandes atrasos), demonstrando cuidado e respeito com o entrevistador. Essa atitude também vai ser avaliada.

2 - Esperando na sala
Seja na recepção ou na sala onde acontecerá a entrevista, não precisa parecer um robô: sente-se confortavelmente, mas sem exageros! O corpo fala e, nessa hora, você quer demonstrar interesse e energia.
Fique bem acomodado e confortável, sem parecer que está jogado no sofá da sua casa. E por mais que a ansiedade com a entrevista seja grande, fique sentado(a). Andar de um lado para o outro, bater o pé ou roer as unhas são atitudes que não vão ajudar em nada, além de demonstrarem pouco controle emocional.

3 - Chegou o entrevistador
Você está sentado na sala de entrevista e chega o entrevistador. Qual o jeito certo de cumprimentar? Vale um aceno com a cabeça? Um “oi” discreto, para manter a distância e não parecer animado demais?
A dica é bem objetiva: Sempre levante quando o entrevistador entra. Quando o candidato não se levanta, isso pode ser interpretado como falta de empatia ou de educação.
Levante-se e cumprimente o entrevistador com um aperto de mão firme (não precisa esmagar a mão, mas não vale aquele aperto de mão frouxo e desanimado). O entrevistador quer sentir uma energia positiva, um sinal de que o candidato está feliz por aquele momento. Portanto, na hora de cumprimentar o entrevistador, mostre um sorriso, uma fisionomia aberta e receptiva, olhe no olho e crie uma conexão com a pessoa que vai conduzir a entrevista.

4 - Estou nervoso(a). Posso dizer isso para o entrevistador?
Dependendo da posição, se o candidato estiver muito nervoso já pode estar fora do processo. Normalmente os entrevistadores tentam deixar o candidato à vontade pelo menos uma vez. Caso pergunte “Você está nervoso?” (e você estiver), pode dizer que está um pouco, mas não estenda o assunto nem ache que com isso tem uma desculpa para agir de qualquer jeito. A chave aqui está em procurar se recompor rapidamente e mostrar que tem controle emocional.

5 - Durante a conversa
Como agir durante a entrevista? Mostrar que está preparado e seguir seu próprio roteiro ou contar com o improviso e pensar no que deve ser respondido somente quando for perguntado? Nem uma coisa nem outra. O melhor é demonstrar que está aberto e preparado, mas deixar o entrevistador conduzir a conversa e ter flexibilidade para se adaptar. E o jogo de cintura vale também para o estilo da conversa.
Se as perguntas se tornarem mais agressivas e desafiadoras, mantenha a calma e responda objetivamente. Pode ser que o entrevistado esteja testando como você se comporta sob pressão. E se o entrevistador for para o outro extremo, chamando você pelo apelido, usando gírias e parecendo estar bem à vontade, a dica é adaptar-se sem virar “amigo íntimo”.  Você pode sorrir, mas continue a chamar o entrevistador pelo nome e evite palavrões, mesmo que o entrevistador os use.
Ao falar sobre sua experiência, “começar do macro para o micro”, demonstrando ter uma linha clara de raciocínio. Você pode, por exemplo, começar falando brevemente o que a empresa faz e em qual setor da economia atua. Em seguida, fale em qual departamento trabalhou, qual sua função e, então, qual foi o seu diferencial. Imagine que está respondendo a estas perguntas básicas: O quê? Como? Por quê? Qual o resultado?

6. Será que vai dar tempo de falar tudo?
Na dúvida, pergunte. Caso o entrevistador não fale quanto tempo vai durar a entrevista, é inteligente o entrevistado perguntar quanto tempo ele tem. Sabendo a regra do jogo, fica mais fácil adaptar o discurso ao tempo disponível.

7. Posso gesticular?
Durante nossa conversa com o especialista em recrutamento e seleção, as expressões “naturalidade” e “bom senso” surgiram várias vezes.Um dos segredos da comunicação como um todo, e que vale para uma entrevista, é a naturalidade. Você não pode tentar ser uma coisa que não é, senão já começa mal. O entrevistador vai perceber isso.
É positivo gesticular, demonstrar emoção na hora certa, mostrar que sente orgulho do que conquistou. O segredo é equilibrar naturalidade com bom senso, sem exagerar.

8. Pega bem fazer perguntas no final?
Fazer algumas perguntas sobre a vaga e o momento da empresa (caso o entrevistador não tenha comentado) mostram que o candidato está interessado. Perguntas como quais são os desafios daquela oportunidade, se é uma posição nova ou reposição de alguém que saiu e quais os próximos passos do processo podem pegar bem.
Já perguntas básicas sobre o que a empresa faz (espera-se que o candidato saiba), ou indagar sobre salário e benefícios antes mesmo de saber se foi selecionado não pegam nada bem.
E perguntar como foi seu desempenho na entrevista? Nesse caso, recomenda-se cautela. Perguntar “E aí, você acha que eu fui bem?” denota insegurança e vale, no máximo, para quem está disputando uma vaga de estágio.
Mas perguntas específicas sobre a seleção estão liberadas. Você pode, por exemplo, dizer ao entrevistador: “Não sei se você pode comentar, mas gostaria de um feedback seu com relação à  vaga, queria entender se o meu perfil se encaixa na posição”. É importante aceitar a resposta e agradecer, sem fazer justificativas ou insistir.

9. O que dizer na despedida
Ufa, acabou a entrevista!
Será? Lembre que a sua postura está sendo avaliada do começo ao fim e não custa nada ser educado(a). Recomenda-se despedir-se do entrevistador com o mesmo cuidado do início: cumprimente firme, olhe no olho e agradeça pela oportunidade.

10. Chiclete, celular e outras escorregadas
Desligue o celular,esqueça que ele existe. Se tiver um caso muito especial, avise o entrevistador logo no início. Diga, por exemplo: “Posso pedir um favor? Estou com um problema com meu filho, ele está no hospital, e talvez eu precise atender o celular. Tudo bem?”
Esqueceu de desligar e o celular tocou no meio da entrevista? Não precisa entrar em pânico. Não é por causa desse incidente que o candidato será eliminado. Desligue o aparelho imediatamente, peça desculpas e aja com naturalidade, como se não tivesse acontecido.
É melhor tirar os piercings e evitar mostrar as tatuagens na entrevista. Mascar chicletes nunca pega bem, nem para vagas em lugares mais informais.
Outra dica básica que não custa lembrar é cuidar da aparência.Não use muito perfume, esteja com os dentes escovados, de banho tomado e bem vestido(a).

E aí será que você sabe se comportar em uma entrevista de emprego? Faça um teste em http://exame.abril.com.br/carreira/quizzes/voce-sabe-se-comportar-em-uma-entrevista-de-emprego

Fonte de Pesquisa: Felipe Veronezzi